- O Brasil anunciou a doação de aeronaves e equipamentos militares ao Paraguai e ao Uruguai, para modernizar as forças de segurança da região.
- Ao Paraguai vão dois helicópteros Bell 412 Classic da Polícia Federal, seis Viaturas Blindadas de Combate Obuseiro Autopropulsado (M108) e uma passadeira flutuante de alumínio do Exército.
- Ao Uruguai, a Marinha brasileira transferirá dois helicópteros Bell Jet Ranger III (IH-6B).
- As leis que formalizam as doações são a Lei 15.341 e a Lei 15.338, sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, a partir de Projetos de Lei encaminhados entre 2022 e 2023.
- Os itens serão entregues no estado de conservação atual, e o Brasil arcará com as despesas de deslocamento até as fronteiras dos países; não foram divulgados mais detalhes pelo Ministério da Defesa.
O Brasil aprovou a doação de material militar para Paraguai e Uruguai, conforme duas leis sancionadas nesta segunda-feira no Diário Oficial da União. Os itens incluem aeronaves e equipamentos da defesa, em favor de aperfeiçoar a segurança regional. A iniciativa foi publicada com o objetivo de fortalecer relações e cooperação militar na região.
As aeronaves e o material serão transferidos no estado em que se encontram. O deslocamento até as fronteiras do Paraguai e do Uruguai ficará por conta do Brasil, sem custos para os países destinatários. As informações foram confirmadas pelo Planalto, sem detalhamento adicional pela Defesa.
A doação envolve quatro aeronaves e equipamentos de uso militar, conforme as leis 15.341 e 15.338. Os Projetos de Lei 2.911/2022 e 331/2020 sustentam a proposta, apresentada ao Congresso entre 2022 e 2023.
Itens transferidos
- Ao Paraguai: dois helicópteros Bell 412 Classic da Polícia Federal; além de seis Viaturas Blindadas de Combate Obuseiro Autopropulsado (Bccoap) modelo M108 e uma passadeira flutuante de alumínio.
- Ao Uruguai: dois helicópteros Bell Jet Ranger III (IH-6B) da Marinha brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, assinaram as leis. Segundo o Planalto, a ação moderniza capacidades operacionais das forças de segurança dos dois países e fortalece cooperação regional. A Defesa não comentou mais detalhes sobre o andamento da operação.
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