- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã propôs negociações e disse estar avaliando opções militares “muito fortes” diante da repressão aos protestos.
- Pelo menos 538 pessoas morreram na violência ligada aos protestos no Irã, sendo 490 manifestantes, e mais de 10.600 foram presos, segundo a Human Rights Activists News Agency.
- O Irã avisou Washington sobre “uma miscalulação” e disse que interesses de Israel e dos EUA no Oriente Médio seriam alvos legítimos.
- O Departamento de Justiça abriu uma investigação criminal contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, com intimações de grand jury relacionadas a depoimento ao Senado sobre reformas em edifícios do Fed; Powell afirma ter sido ameaçado por acusações criminais.
Dois fatores convergem nesta edição: a escalada de tensão entre EUA e Irã e desdobramentos políticos e culturais nos Estados Unidos. Trump afirmou que o Irã procurou negociações, ao mesmo tempo em que avalia ações militares “muito fortes” diante da repressão contra manifestantes. A contagem de vítimas já chega a 538, segundo a Humans Rights Activists News Agency, com 490 manifestantes mortos. Mais de 10 mil pessoas teriam sido presas pelas autoridades iranianas.
O regime iraniano reagiu à fala de Trump com cautela e advertiu Washington sobre riscos de cálculos errados. O presidente da Câmara, Mohammad-Bagher Ghalibaf, disse que interesses de Israel e dos EUA na região seriam alvos legítimos em caso de agressão, ampliando a tensão entre as duas potências.
Justiça e poder
O Departamento de Justiça dos EUA abriu investigação criminal contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, após recebimento de subpoenas do grand jury. A apuração, ligando-se a testemunho de Powell sobre reformas em prédios do Fed, pode levar a acusações caso haja inconsistência com o depoimento ao Senado. Powell afirmou que as ações ocorreram em meio a decisões tomadas pelo Fed com base na avaliação pública.
Globais: prêmios e bastidores
One Battle After Another e Adolescence lideram os Globos de Ouro com quatro vitórias cada. O filme de Paul Thomas Anderson venceu melhor comédia ou musical, além de melhor direção e roteiro. Teyana Taylor ficou como melhor atriz coadjuvante. Em índice de controvérsia, Wicked: For Good recebeu menos indicações do que era esperado, gerando debate entre críticos.
Em outras notícias
Entre os destaques, Dinamarca lidera exercícios da OTAN em Groenlândia; Trump voltaria a falar sobre Greenland, sugerindo a possibilidade de intervenção. O avanço de temas internacionais acompanha a agenda econômica e regulatória, com discussões sobre energia, investimentos e relações com a China.
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