- Claudette Colvin, pioneira dos direitos civis, morreu aos 86 anos sob cuidados paliativos no Texas.
- Em 1955, aos 15 anos, ela se recusou a ceder o assento a uma mulher branca no ônibus em Montgomery, Alabama.
- A ação ocorreu nove meses antes do gesto de Rosa Parks, que ganhou maior notoriedade e impulsionou o boicote aos ônibus.
- Colvin foi uma das requerentes e testemunhas no processo Browder v. Gayle, que resultou, em 1956, na proibição da segregação no transporte público.
- Seu papel na história ganhou reconhecimento tardio, e seu registro de prisão juvenil foi apagado recentemente.
Claudette Colvin, pioneira dos direitos civis nos EUA, morreu aos 86 anos. Ela foi presa aos 15, em Montgomery, Alabama, por não ceder o assento a uma mulher branca em 1955.
O gesto aconteceu nove meses antes da famosa recusa de Rosa Parks e ajudou a moldar a ação judicial que derrubou a segregação no transporte público. Colvin foi uma das réus na Browder v Gayle.
Ela permaneceu anônima por décadas, trabalhando como cuidadora e mãe solteira, enquanto a atuação inicial estimulava o movimento. A família confirmou a morte, ocorrida sob cuidados paliativos no Texas.
Legado e reconhecimento
Colvin integrava o grupo de signatárias da Browder v Gayle, que resultou na decisão de 1956 do Supremo Tribunal dos EUA contra a segregação no transporte público. Seu papel começou a ganhar visibilidade com o tempo, incluindo a expurgação de seu registro juvenil.
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