- O governo da Costa Rica denunciou, nesta terça-feira 13, um suposto plano para assassinar o presidente Rodrigo Chaves, pouco mais de duas semanas antes das eleições.
- A denúncia foi feita por Jorge Torres, chefe da Direção de Inteligência e Segurança Nacional (DIS).
- A DIS afirma ter apurado o complô por meio de uma fonte confidencial que informou o pagamento a um assassino de aluguel para executar o atentado.
- Torres comunicou a denúncia aos jornalistas na porta do Ministério Público.
O governo da Costa Rica denunciou nesta terça-feira um suposto plano para assassinar o presidente Rodrigo Chaves, a pouco mais de duas semanas das eleições presidenciais, em um contexto de alta probabilidade de reeleição do titular. A informação foi apresentada pela Presidência como parte de uma acusação formal.
Jorge Torres, chefe da Direção de Inteligência e Segurança Nacional DIS, afirmou ter recebido dados de uma fonte confidencial sobre o pagamento a um assassino de aluguel que executaria o atentado. Segundo ele, a denúncia aponta para a existência de uma rede ligada ao crime.
A autoridade ressaltou que o alerta envolve uma tentativa de homicídio contra o presidente e que a denúncia foi protocolada junto ao Ministério Público. Não foram divulgados detalhes sobre a identidade do possível executor nem sobre a data específica do suposto ataque.
A DIS acompanha o caso com cuidado e diz monitorar qualquer desdobramento relevante para a segurança pública e do processo eleitoral. As autoridades não informaram se houve atualizações posteriores desde a denúncia inicial.
Entre na conversa da comunidade