- Zelenskyy disse que a Rússia realizou ataques noturnos com quase 300 drones de ataque e 25 mísseis contra a Ucrânia, mirando infraestrutura de energia durante o inverno.
- Os ataques causaram extensa destruição de áreas residenciais e infraestrutura civil em várias regiões, incluindo Kyiv, Dnipro, Kharkiv e Donetsk.
- No distrito de Kyiv, centenas de milhares de domicílios continuam sem energia elétrica, com temperaturas próximas de menos 12 graus Celsius.
- Um strike russo atingiu um terminal postal em Korotych, região de Kharkiv, matando quatro pessoas e sem objetivo militar declarado.
- Zelenskyy pediu apoio contínuo de defesa, com entregas aceleradas de sistemas de defesa antiaérea, e disse que o frio não pode vencer a guerra.
Ucrânia sofre ataques russos na madrugada, com quase 300 drones de ataque e 25 mísseis lançados, segundo o presidente Volodymyr Zelenskyy. A ofensiva mira infraestrutura de energia, agravando apagões no inverno rigoroso.
Zelenskyy descreveu a ofensiva como causando extensa destruição de residências e de infraestrutura civil em várias regiões, incluindo Kyiv, Dnipro, Kharkiv e Donetsk. Ele informou que centenas de milhares de domicílios no oblast de Kyiv seguem sem energia.
O presidente afirmou ainda que, sem objetivo militar, a Rússia bombardeou um terminal postal em Korotych, região de Kharkiv, provocando a morte de quatro pessoas. Ele pediu mais ajuda internacional para Ukraina, especialmente para défenses aéreas durante o inverno.
Diplomacia e Greenland
A manhã desta terça-feira traz nova agenda internacional na Dinamarca, com a comissão de assuntos exteriores discutindo a situação de Groenlândia e a influência dos EUA na região. Representam o governo o ministro de Relações Exteriores Lars Løkke Rasmussen e o ministro da Defesa Troels Lund Poulsen, antes da reunião com o secretário de Estado americano Marco Rubio.
Também há expectativa de protestos contra a política dos EUA ao território gelado, com atenções voltadas para desdobramentos da posição dinamarquesa antes do encontro marcado para amanhã. A Câmara discute o tema em meio a tensões entre Dinamarca, EUA e Groenlândia.
Entre na conversa da comunidade