- O capitão russo Vladimir Motin, de 59 anos, é acusado de homicídio culposo gravemente negligente pela morte de Mark Pernia e está sendo julgado no Old Bailey, em Londres, após o choque entre o Solong e o cargueiro tanque Stena Immaculate, ocorrido em março de 2025.
- O advogado de Motin afirmou que o capitão tentou tirar o Solong do piloto automático e mudar de rumo quando estavam a algo próximo de uma milha náutica da Stena Immaculate, mas não teve sucesso.
- Segundo o advogado, houve um dever de evitar a colisão e não restam dúvidas de que o choque causou a morte de Pernia, embora o júri precise avaliar se a suposta falha de Motin realmente causou o acidente e se foi “gravemente negligente” frente a outras possibilidades menos graves.
- A promotoria argumenta que Motin não fez absolutamente nada para evitar a colisão.
- O julgamento deve terminar no próximo mês.
O capitão Vladimir Motin, 59 anos, é acusado de homicídio culposo qualificado relacionado à tripulação do Solong, que colidiu com o petroleiro Stena Immaculate, ancorado na costa leste britânica, em março de 2025. Motin nega as acusações e está sob julgamento no Old Bailey, em Londres.
Segundo técnicos, o Solong estava sob autopiloto quando a colisão se aproximava. O capitão teria tentado retirar a embarcação do autopiloto para mudar de curso manualmente, a cerca de uma milha do Stena Immaculate, sem sucesso. A defesa sustenta que houve falha do autopiloto e que Motin agiu para evitar o acidente.
A promotoria afirma que Motin não tomou medidas eficazes para impedir o choque, contribuindo para a morte de um membro da tripulação do Solong, Mark Pernia, cujo corpo não foi encontrado. O processo continua, com expectativa de conclusão no próximo mês. A responsabilidade será avaliada pela gravidade da negligência.
Contexto do julgamento
- Motin foi apresentado à instância judicial de Londres sob acusação de negligência grave que resultou na morte.
- A defesa argumenta que há dúvidas sobre a causalidade entre a ação do capitão e a colisão.
Defesa e acusação
- A promotoria sustenta que Motin não agiu para evitar o acidente, apesar de estar ciente da presença do external vessel.
- O veredito final depende de comprovar se a conduta do capitão foi causa direta do choque e se houve negligência grave.
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