- Cristãos foram detidos na manhã desta segunda-feira (14) em Isfahan, durante operação policial que invadiu uma casa onde eles estavam reunidos.
- A reunião religiosa é considerada ilegal no Irã, onde a prática do cristianismo é restrita e costuma ser alvo de repressão.
- A ação ocorre em meio a uma onda de protestos no país, iniciada após a morte de uma jovem de 22 anos relacionada ao hijab.
- Segundo a Barnabas Aid, o Irã é um dos lugares mais perigosos para cristãos, com cerca de 800 mil fiéis, o que representa aproximadamente 1% da população.
- A organização pediu orações pelos cristãos presos e por toda a comunidade cristã perseguida no Irã e em outros locais onde a fé é proibida.
Na manhã desta segunda-feira, 14, cristãos foram detidos na cidade de Isfahan, no Irã, durante uma operação policial que invadiu uma casa onde ocorria uma reunião religiosa. A ação ocorreu em meio a uma repressão mais ampla no país.
Segundo a agência cristã Barnabas Aid, várias pessoas foram presas durante a operação, incluindo mulheres e crianças. A atividade religiosa em questão foi descrita como uma reunião ilegal pelo governo iraniano.
A repressão acontece num contexto de restrição à prática do cristianismo no Irã, onde a fé é perseguida e cidadãos enfrentam prisões por questões religiosas. O país tem uma dos maiores índices de perseguição religiosa no mundo.
Contexto da repressão
O Irã vivia, na época, uma onda de protests após a morte de uma jovem de 22 anos que havia sido detida por questões relacionadas ao hijab. O episódio elevou a tensão social e levou o governo a intensificar ações contra manifestações e atividades religiosas não autorizadas.
Dados e panorama
Estima-se que haja cerca de 800 mil cristãos no Irã, o que representa aproximadamente 1% da população. A Barnabas Aid destacou a experiência de perseguição que atinge essa comunidade, com prisões e restrições administrativas.
Apelo humanitário
A organização pediu orações pelos cristãos presos e por todos os fiéis perseguidos em países onde a fé é proibida ou restringida. A denúncia reforça a necessidade de monitoramento internacional e proteção a liberdades religiosas.
Entre na conversa da comunidade