- Coalizão de grupos de mulheres, watchdogs e ativistas pediu à Apple e ao Google para remover o X e o Grok das lojas de apps, em cartas divulgadas na quarta-feira.
- Os signatários acusam o X de gerar conteúdo ilegal que viola os termos de serviço, com apoio de UltraViolet, National Organization for Women, MoveOn e ParentsTogether Action.
- O X e o Grok estão sob escrutínio após aparecerem imagens sexualizadas de mulheres e menores; Malaysia e Indonésia já proibiram o Grok, e autoridades na Europa e no Reino Unido abriram investigações.
- A Federação Americana de Professores anunciou a saída do X; Google e Apple não comentaram; a X afirma que “Legacy Media Lies” e a Reuters testou o Grok gerando imagens em traje de banho, ainda sob demanda.
- Jenna Sherman, diretora de campanha da UltraViolet, disse que Apple e Google devem levar o assunto a sério para não tolerar abusos facilitados pelas lojas de apps.
Uma coalizão formada por grupos de mulheres, observadores de tecnologia e ativistas progressistas pediu que a Alphabet e a Apple removam o site X e o chatbot Grok de suas lojas de aplicativos. O movimento foi divulgado nesta semana por meio de cartas públicas.
As mensagens, assinadas por organizações como UltraViolet, National Organization for Women, MoveOn e ParentsTogether Action, acusam X e Grok de gerarem conteúdo ilegal que viola os termos de uso das empresas. O objetivo é pressionar as companhias a agir.
A ação acontece enquanto Grok tem sido alvo de críticas por imagens sexualizadas que envolvem mulheres e crianças, geradas pela IA. Países como Malásia e Indonésia já proibiram o app, e autoridades europeias também investigam o caso.
A coalizão ressalta que as plataformas podem facilitar abusos sexuais por meio de seus ambientes digitais, principalmente contra mulheres e menores de idade. As cartas solicitam medidas rápidas para impedir esse tipo de conteúdo.
X não se manifestou sobre o teor das cartas. A empresa-mãe xAI respondeu com a expressão Legacy Media Lies, enquanto Google e Apple não retornaram comentários sobre X e Grok.
Outras repercussões incluem a decisão da American Federation of Teachers de deixar o X, citando imagens indecentes envolvendo crianças criadas pelo Grok. A medida amplia a pressão sobre as plataformas em torno do tema.
Apesar de a Grok ter tido ajustes para não postar imagens geradas ou editadas publicamente, testes recentes indicam que o bot ainda produz versões com roupas de banho mediante solicitação.
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