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Trump diz que Teerã parou de reprimir manifestantes e fecha espaço aéreo

Trump afirma que fontes confiáveis dizem que as execuções foram pausadas; Irã reabre espaço aéreo e autoridades mantêm cautela diante das tensões

Two protesters show the sign of victory and hold a flag with Reza Pahlavi, son of Iran’s deposed shah, on it during the demonstration outside the Iranian Embassy in London. Follow the latest developments, live.
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  • O presidente americano afirmou ter sido garantido que as execuções de protestantes no Irã teriam parado, dizendo que vai “observar e ver” se ações militares ainda são possíveis.
  • O Irã reabriu o espaço aéreo após quase cinco horas de fechamento, com várias rotas retomadas por companhias como Mahan Air, Yazd Airways e AVA Airlines.
  • O saldo de mortes ligado à repressão no Irã chega a 2.571, segundo a agência HRANA, e mais de 18.100 pessoas foram presas.
  • Estados Unidos, Reino Unido e outros países evacuaram parte de seus funcionários; em Teerã, a embaixada britânica ficou temporariamente fechada e países como Espanha, Itália e Polônia orientaram seus cidadãos a deixar o Irã.
  • O ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou que a situação está sob controle e pediu que os EUA optem pela diplomacia, enquanto o G7 sinalizou disposição para adotar novas medidas restritivas se necessário.

Donald Trump afirmou que recebeu garantias de que Teerã interrompeu a execução de manifestantes iranianos, enquanto o Irã reabriu parcialmente seu espaço aéreo após uma interrupção de quase cinco horas. A declaração ocorre no contexto de tensões entre EUA e Irã após semanas de protestos no país.

Segundo o governo americano, fontes próximas ao governo iraniano teriam assegurado que as execuções não ocorreriam e que a violência contra manifestantes iria cessar. No entanto, não houve confirmação oficial independente de Teerã até o momento. O embargo de informações confiáveis sobre o andamento das punições persiste.

Paralelamente, o Irã reabriu o espaço aéreo após a suspensão temporária de voos. Dados de rastreamento indicaram retorno de rotas de companhias iranianas como Mahan Air, Yazd Airways e AVA Airlines. Operadores passaram a retomar operações, com cautela para evitar novas interrupções.

A sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas está marcada para a tarde desta quinta-feira, com pedido de briefing sobre a situação no Irã, segundo um porta-voz da presidência da Somália. O chamamento foi feito pelos EUA, no âmbito de acúmulo de posições internacionais.

Alguns membros da sociedade civil e de forças militares de países ocidentais foram evacuados de regiões no Oriente Médio, como medida de precaução. A embaixada britânica em Teerã ficou temporariamente fechada, enquanto a divulgação de avisos de viagem foi ampliada na Europa.

Países como Espanha, Itália e Polônia recomendaram aos seus cidadãos deixarem o Irã. O governo norte-americano também pediu que cidadãos dos EUA deixem o país, sugerindo rotas terrestres por território turco ou armênio.

O ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou que a situação está sob controle e fez apelo por diplomacia. Ele ressaltou que há calma e que tudo está sob controle, destacando a importância de evitar tensões catastróficas para todas as partes.

De acordo com a HRANA, a agência de direitos humanos com sede nos EUA, o saldo de mortos desde o início da repressão é de 2.571 pessoas, com mais de 18.100 detidas. O número de vítimas ainda não foi reconhecido oficialmente pelos órgãosIranianos.

Ministros de Relações Exteriores do G7 sinalizaram disposição para aplicar novas sanções caso o Irã mantenha práticas violentas contra manifestantes, detenções arbitrárias e intimidação. A atuação dos países visa pressionar por mudanças na condução das manifestações.

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