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EUA no Brasil afirma suspensão de vistos de imigrantes visa reduzir custos

Embaixada dos EUA afirma que suspensão de vistos para imigrantes busca evitar fardo financeiro; Brasil entra na lista de países de alto risco para uso de benefícios sociais

A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA — Foto: Divulgação
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  • A Embaixada dos EUA no Brasil informou, nesta quinta-feira (15), a suspensão de vistos para imigrantes e incluiu o Brasil em lista de países de alto risco para uso de benefícios de assistência social públicos.
  • A decisão dos Estados Unidos afeta vistos de imigrantes, não turistas nem quem viaja a negócios.
  • Segundo a nota, o presidente Donald Trump quer que imigrantes sejam autossuficientes e não representem fardo financeiro aos americanos.
  • O Departamento de Estado realiza revisão de políticas para evitar que imigrantes de países de alto risco usem programas de assistência social.
  • Além do Brasil, integram a lista Afeganistão, Colômbia, Cuba, Egito, Líbano, Montenegro, Paquistão, Rússia, Senegal, Serra Leoa, Síria, Somália, Uruguai e outros países.

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou, nesta quinta-feira (15), que a suspensão de vistos para imigrantes tem como objetivo evitar que novos imigrantes se tornem um fardo financeiro para os Estados Unidos. O Brasil foi incluído na lista de países de alto risco nesse quesito.

Na véspera, o Departamento de Estado anunciou o congelamento da emissão de vistos de imigrantes para 75 países. A medida não atinge vistos para turismo ou viagens a negócios, que seguem normalmente.

Segundo o comunicado, o presidente Donald Trump destacou a necessidade de auto-suficiência financeira dos imigrantes. A pasta afirmou que está revisando políticas para impedir o uso de benefícios de assistência social por imigrantes desses países.

Além do Brasil, a lista contempla Afeganistão, Colômbia, Cuba, Egito, Líbano, Montenegro, Paquistão, Rússia, Senegal, Serra Leoa, Síria, Somália, Uruguai e outros países. A revisão abrange regras, políticas e diretrizes atuais.

A medida busca assegurar que imigrantes desses locais não utilizem programas de assistência pública nem se tornem encargos públicos. Detalhes sobre prazos, exceções e efeitos práticos das suspensões ainda não foram divulgados pela Embaixada.

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