- A Polônia não enviará soldados para a Groenlândia, afirmou o primeiro-ministro Donald Tusk.
- Tusk destacou que uma provocação entre países da OTAN seria “o fim do mundo como o conhecemos”.
- O envolvimento ocorre no contexto de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a Groenlândia é vital para a segurança americana e que “todas as opções estão em aberto”.
- França e Alemanha enviaram tropas para a Groenlândia, enquanto Dinamarca e aliados preparam exercícios para tranquilizar Washington sobre a defesa da região.
- Tusk afirmou que manterá a unidade europeia em relação à Groenlândia e que fará o que for necessário para preservar a solidariedade da OTAN.
Polônia não enviará soldados para Groenlândia. A afirmação foi feita pelo primeiro-ministro Donald Tusk em Varsóvia nesta quinta-feira. O motivo central é evitar que um país da OTAN ataque território de outro, o que, segundo ele, seria o fim do mundo tal como se conhece.
Tusk ressaltou que a defesa europeia deve permanecer unida sobre Groenlândia. A declaração ocorreu no contexto de tensões envolvendo a participação de aliados da OTAN em operações na região, com destaque para a importância estratégica da ilha para a segurança regional.
O Governo dos EUA posicionou Groenlândia como tema de segurança nacional. O presidente Donald Trump afirmou que a ilha é vital para os EUA e que todas as opções estão sobre a mesa para garantir o controle, diante da possibilidade de influência de Russia ou China.
Na prática, tropas de França e Alemanha viajaram à Groenlândia nesta quinta, em meio a exercícios realizados por Dinamarca e seus aliados. As ações visam demonstrar compromisso com a segurança da região e apoiar operações conjuntas.
Tusk enfatizou ainda que fará tudo para manter a Europa coesa sobre Groenlândia. O premiê afirmou buscar consenso entre os Estados membros da UE para evitar divergências futuras em relação à ilha.
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