- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, para o dia 3 de fevereiro, nos Estados Unidos.
- O encontro é visto como sinal de melhoria das relações entre os dois países, com foco no tema narcotráfico.
- Petro disse que vai apresentar a Trump dados sobre o tráfico de droga para esclarecer a luta contra o narcotráfico e buscar paz para os colombianos.
- O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez Suárez, reuniu-se em Washington com autoridades americanas para discutir cooperação no combate ao tráfico, destacando a apreensão de mais de 2.840 toneladas de cocaína.
- Trump afirmou ter conversado com Petro em 8 de janeiro e que os preparativos para a reunião já estão em andamento; ele chegou a criticá-lo, chamando-o de “homem doente” em entrevista anterior.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou que se reunirá com o presidente dos EUA, Donald Trump, no dia 3 de fevereiro, em território norte‑americano. A reunião é vista como sinal de melhoria nas relações entre os dois países.
Petro informou que pretende apresentar dados da sua gestão sobre o narcotráfico para que Trump compreenda a realidade da luta. O objetivo é reduzir impactos para a população colombiana e manter a paz no país.
O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez Suárez, esteve em Washington nesta semana para discutir o tema com autoridades norte‑americanas. O encontro enfatizou o combate conjunto ao narcotráfico e a melhoria da cooperação.
Sánchez destacou a atuação de Bogotá para erradicar o tráfico, citando a apreensão de mais de 2.840 toneladas de cocaína. A fala ocorreu durante entrevista ao lado do embaixador colombiano nos EUA, Daniel García Peña.
Na semana passada, Petro revelou ter falado com Trump em 8 de janeiro e que o encontro na Casa Branca já estava acertado. Segundo Trump, foram iniciados preparativos com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia.
Historicamente, Petro criticou ações militares associadas à gestão anterior de Trump na região, incluindo controvérsias sobre o destino de Nicolás Maduro. Trump, por sua vez, fez comentários críticos a Petro em redes sociais.
Petro afirmou, em entrevista anterior, que teme operações dos EUA na região, citando episódios ocorridos na Venezuela. As declarações compõem o contexto das negociações em curso para o encontro.
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