- Moscou disse que é inaceitável o Ocidente afirmar que a Rússia e a China ameaçam a Groenlândia, destacando contradições na ordem mundial.
- A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, afirmou que não há fatos que comprovem planos agressivos de Rússia ou China.
- Perguntada sobre planos para a Groenlândia, Zakharova brincou: “por que não perguntar ao Trump?”
- O presidente Donald Trump já disse repetidamente que os EUA vão tomar a Groenlândia para evitar que Rússia e China a conquistem.
- A China afirmou que suas atividades no Ártico visam paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável; a Rússia critica o que vê como duplo padrão do Ocidente.
Russia afirma que o Ocidente exagera a ideia de que Moscou desejaria ocupar a Groenlândia, enquanto destaca que não há evidência de ameaças por parte de Moscou ou Pequim. O debate sobre o território evidenciou o que a assessoria russa classifica como padrões duplos no discurso ocidental.
Segundo a autoridade diplomática, não existem fatos que sustentem a alegação de planos agressivos por parte da Rússia ou da China em relação à Groenlândia. A portaria respondeu a perguntas da imprensa sobre intenções russas no Ártico, lembrando que não houve anúncio oficial de tais intenções.
Desdobramentos na arena internacional
A declaração do Ministério das Relações Exteriores enfatiza que observadores ocidentais citam, sem provas, supostos interesses russos e chineses na Groenlândia para justificar ações de defesa NATO no Ártico. A resposta de Moscou aponta para contradições no que classifica como ordem mundial baseada em regras.
Trump e o debate sobre Groenlândia
O tema ganhou projeção após declarações do ex-presidente dos EUA sobre a possibilidade de os Estados Unidos adquirirem a Groenlândia, sugerindo que isso seria para evitar que rivais avancem. Regiões próximas e aliados foram alertados de que a Groenlândia não está sob ameaça militar de Moscou ou Pequim, segundo a visão oficial russa.
Contexto e posições de outras fontes
A China informou, por meio de porta-vozes, que suas atividades no Ártico visam promover paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável, descartando qualquer objetivo de hostilidade. A mensagem de Moscou ressalta a necessidade de não usar justificativas externas para ações unilaterais no território.
No conjunto, as declarações destacam a discordância entre Moscou e ocidentais sobre as leituras geopolíticas da Groenlândia, com a Rússia pedindo que não se atribuam intenções de agressão sem evidências verificáveis.
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