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Hackers dos EUA teriam causado apagão na Venezuela

Hackers dos EUA teriam causado blackout em Caracas, com restauração rápida e sem mortes hospitalares durante a incursão militar na Venezuela

Photo-Illustration: Wired Staff; Carlos Becerra/Getty Images
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  • Hackers apoiados pelos EUA teriam causado queda de energia em caracas, antes da incursão militar, com a energia sendo restabelecida rapidamente e sem fatalidades em hospitais, segundo o The New York Times citando fontes não identificadas do governo americano.
  • A operação recebeu o codinome Absolute Resolve, com ataques cibernéticos usados para desativar radares de defesa aérea venezuelanos, conforme a publicação.
  • Trump sugeriu, em coletiva, que houve um ataque cibernético que deixou a capital apagada, comentário que foi citado pelo Times.
  • Em outro trecho, a reportagem aponta que não está claro se os EUA estavam tecnicamente em guerra com a venezuela no momento da operação.
  • Notícias complementares destacam falhas no processo de contratação do ICE, uso de ferramenta de IA que enviou agentes sem treinamento e revelam detalhes sobre o aplicativo ELITE da Palantir para orientar alvos de deportação.

O fim de semana trouxe uma série de acontecimentos na área de segurança digital, com foco em incidentes internacionais, investigações federais e avanços tecnológicos. A seguir, os pontos mais relevantes, apresentados de forma objetiva e com linguagem neutra.

Um suposto ataque cibernético atribuído aos Estados Unidos apoiou a tomada de Caracas em uma operação militar, segundo reportagens de imprensa. A justificativa envolve ações para desativar radares e interromper o fornecimento de energia de forma temporária, sem registro de fatalidades em hospitais, graças ao uso de geradores de reserva.

O governo americano não confirmou formalmente o ocorrido, mas veículos de comunicação indicam que o blackout de Caracas foi provocado por uma intervenção cibernética, associada a uma ofensiva maior denominada pela administração norte-americana como parte de uma operação mais ampla no país. A restauração da energia ocorreu rapidamente, conforme as fontes citadas.

Blackout na Venezuela: o que se sabe

Segundo reportagens, a ação visava facilitar a incursão militar e reduzir a defesa aérea venezuelana antes da operação. Autores do texto indicam que houve participação de agências de defesa cibernética dos EUA e que não houve confirmação de estado de guerra entre os dois países no momento.

A divulgação sobre a suposta intervenção cibernética surge após declarações do governo americano em tom menos explícito sobre o uso de capacidades online. Fontes oficiais não identificadas teriam confirmado o papel de hackers no desligamento temporário da capital venezuelana.

A energia foi retomada de forma rápida, com uso de geradores de reserva em diversos serviços essenciais. Especialistas ressaltam que ações desse tipo podem configurar uma mudança de paradigma no uso de ciberofensivas em contextos de conflito.

Outros pontos de interesse

A reportagem também aborda problemas recentes envolvendo agências de imigração dos EUA, a formação de agentes e o uso de aplicativos de dados para operações de fiscalização, com críticas sobre a precisão de treinamentos e o controle de informações. Em paralelo, questões sobre privacidade, vigilância e ética tecnológica seguem em debate, tanto nos EUA quanto em outros países.

A cobertura inclui ainda relatos sobre vulnerabilidades em dispositivos de áudio que utilizam o protocolo Bluetooth Fast Pair, quedas de serviços de operadoras e anúncios de mudanças na liderança de grandes conferências de cibersegurança. As informações são baseadas em reportagens de veículos de imprensa e análises de fontes oficiais.

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