- As forças dos EUA se retiraram da base Ain al-Asad, no oeste do Iraque, e o exército iraquiano assumiu o controle total, afirmou o ministério da defesa do país.
- Ain al-Asad recebeu tropas dos EUA e da coalizão por anos e já foi alvo de ataques de grupos apoiados pelo Irã durante tensões regionais.
- Em 2024, Washington e Bagdá chegaram a um entendimento sobre a retirada das forças da coalizão liderada pelos EUA e o fortalecimento de uma relação de segurança bilateral.
- Um coronel do exército iraquiano confirmou a retirada, mencionando que havia alguns militares remanescentes por questões logísticas, sem detalhes adicionais por questões de segurança.
- O plano inicial prevê a saída de centenas de soldados até setembro de 2025, com o restante partindo até o fim de 2026.
O Ministério da Defesa do Iraque informou que a base aérea Ain al-Asad, no oeste do país, passou a ser inteiramente controlada pelo Exército iraquiano. As forças dos EUA haviam se retirado do local, que abrigava tropas lideradas pela coalizão.
Segundo a defesa, a retirada de parte das tropas já ocorreu, com a transferência de comando para as forças iraquianas. A base permaneceria sob guarda e operação sob responsabilidade iraquiana, ainda que alguns soldados tenham ficado por questões logísticas.
Em 2024, Washington e Bagdá905 chegaram a um acordo sobre o afastamento de forças da coalizão liderada pelos EUA e o avanço para uma relação de segurança bilateral entre os dois países.
A Ain al-Asad já foi alvo de ataques frequentes de grupos respaldados pelo Irã durante períodos de tensões regionais, inclusive após o assassinato do general Qassem Soleimani, em 2020.
Um coronel do Exército iraquiano confirmou a saída dos militares norte-americanos, citando a presença de alguns soldados remanescentes por questões logísticas, sem detalhar a situação operacional.
Não ficou definido quando a retirada teria começado, mas o plano citado previa que centenas de tropas deixariam o país até setembro de 2025, com o restante indo embora até o fim de 2026.
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