- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou o presidente Lula da Silva para integrar o “conselho da paz” para Gaza; Lula ainda não respondeu.
- O conselho faz parte da segunda fase do plano norte-americano para encerrar a guerra em Gaza, com Trump presidindo o grupo.
- Além de Lula, foram convidados o argentino Javier Milei, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, o ditador egípcio Abdel Fattah Al-Sisi, o primeiro-ministro canadense Mark Carney e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; também integram Marc Rowan e Robert Gabriel, assessor de Trump no Conselho de Segurança Nacional.
- Trump disse que o conselho é o maior e mais prestigiado já reunido.
- A segunda fase prevê temas como fortalecimento da governança, reconstrução, atração de investimentos e desmilitarização; foi designado o major-general Jasper Jeffers para chefiar a Força Internacional de Estabilização, e surge o Comitê Nacional para a Administração de Gaza (CNAG) para gerir o período de transição.
O presidente dos EUA, Donald Trump, estendeu um convite ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o que chamam de conselho da paz para Gaza. Lula ainda não respondeu ao convite. Ele tem histórico de oposição às ações militares na Palestina, tendo dito que o caso configura genocídio.
Segundo o governo americano, o conselho foi anunciado neste sábado e integra a segunda fase do plano de Washington para encerrar o conflito em Gaza. Trump deverá presidir o grupo. Também foi informado que o presidente da Argentina, Javier Milei, recebeu o convite e afirmou nas redes sociais que será uma honra acompanhar a iniciativa.
Entre os integrantes anunciados, constam o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, o ditador egípcio Abdel Fatah Al-Sisi, o primeiro-ministro canadense Mark Carney e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. Marc Rowan também foi convidado, assim como Robert Gabriel, assessor de Trump no Conselho de Segurança Nacional.
Desdobramentos da segunda fase
A Casa Branca informou que o conselho discutirá temas centrais para Gaza, como governança, relações regionais, reconstrução, atração de investimentos, financiamento e mobilização de capital. A ideia é avançar para um arranjo político e de segurança no território.
Na sexta-feira, Trump designou o major-general Jasper Jeffers para chefiar a Força Internacional de Estabilização, com atuação na segurança de Gaza. O plano prevê também a criação de uma força policial para substituir o Hamas, segundo o anúncio oficial.
O enviado especial Steve Witkoff informou, nesta semana, o início da Fase Dois do plano de 20 pontos. Ele destacou a transição do cessar-fogo para um acordo político e de segurança. Também mencionou o Comitê Nacional para a Administração de Gaza (CNAG).
Witkoff afirmou que a fase anterior garantiu a manutenção do cessar-fogo, ajudou a entrada de ajuda humanitária e levou à libertação de quase todos os reféns. Ele não detalhou as medidas previstas em caso de descumprimento.
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