- O Pentágono ordenou que cerca de 1,5 mil militares da ativa no Alasca fiquem em preparação para possível envio a Minnesota, onde há protestos contra a deportação.
- As unidades foram colocadas em prontidão para o envio caso a violência aumente, mas ainda não há confirmação de envio.
- Os protestos em Minnesota ganharam força após a morte de Renee Nicole Good, mulher de 37 anos morta por um agente do Serviço de Imigração (ICE) em Minneapolis.
- O presidente Donald Trump ameaçou, na quinta-feira, usar a Lei da Insurreição para enviar forças militares caso as autoridades locais não protejam agentes de imigração.
- Além das tropas da ativa, o Pentágono pode mobilizar as forças de resposta rápida da Guarda Nacional para distúrbios civis; autoridades não comentaram sobre planos adicionais.
O Pentágono ordenou que cerca de 1,5 mil militares da ativa no Alasca se preparem para um possível envio a Minnesota, onde ocorrem protestos contra a política de deportação dos Estados Unidos. A medida foi comunicada a Reuters por duas fontes.
A mobilização foca em responder a eventual aumento de violência no estado do Meio-Oeste. Ainda não está claro se algum soldado será efetivamente deslocado para o local.
O contexto envolve tensões geradas após a morte de uma mulher de 37 anos, Renee Nicole Good, em Minneapolis, em incidente envolvendo agentes do ICE. Também houve ameaça de acionar a Lei da Insurreição para uso de forças, em caso de ataques contra agentes de imigração.
Contexto e opções de atuação
Caso necessário, o governo pode invocar a Lei da Insurreição ou enviar forças da ativa para proteção de propriedades federais, conforme já ocorreu em situações anteriores.
Além das tropas de ativa, o Pentágono pode mobilizar as forças de resposta rápida da Guarda Nacional para distúrbios civis, se houver necessidade. O Pentágono e a Casa Branca não comentaram a decisão à Reuters.
Este texto não inclui opiniões, apenas fatos confirmados até o momento. Fontes citadas são a Reuters e veículos de reportagem que acompanharam o tema.
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