- Auxiliares de Lula não descartam a possibilidade de Trump adotar uma ação drástica para a Groenlândia, território dinamarquês.
- A ideia seria evitar termos bélicos ou a ocupação por força, mantendo o foco em pressões diplomáticas e comerciais.
- A União Europeia enfrenta pressão externa, com a Rússia avançando na Ucrânia e o bloco sob risco de reações norte-americanas envolvendo tarifas.
- Um diplomata ouvida pela coluna afirma que é melhor superestimar o risco do que subestimar, diante de eventuais respostas de Washington.
- O cenário depende das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, que podem alterar a composição do Legislativo e frear ou acentuar movimentos de Trump.
Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a União Europeia vive o seu maior teste desde a criação, e não descartam a possibilidade de Trump adotar uma resposta firme para a Groenlândia. O objetivo, segundo eles, é evitar termos como ocupação ou uso de força.
Acolhidos pela coluna, esses assessores ajudam a mapear o cenário internacional e a orientar decisões do governo brasileiro em assuntos sensíveis. A discussão gira em torno de uma eventual reação de Washington a medidas europeias sobre a Groenlândia, território hoje dinamarquês.
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