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Guatemala decreta estado de emergência para enfrentar gangues

Guatemala declara estado de emergência por trinta dias e estado de sítio após motins em prisões e mortes de oito policiais, com reforço de segurança e suspensão de aulas

Guatemalan President Bernardo Arevalo delivers a message at the National Palace, where he declared a 30-day state of siege across the country, after a series of prison riots and hostage-takings led to an outbreak of violence against police that left at least 7 dead and several wounded, in Guatemala City, Guatemala, January 18, 2026. Presidency of Guatemala/Handout via REUTERS
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  • O presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo de León, decretou estado de emergência em todo o território por trinta dias para garantir a proteção e a segurança da população.
  • A medida acompanha ataques de gangues que resultaram na morte de oito policiais e na tomada de controle de prisões no país.
  • O governo informou que três prisões — Renovación 1 (segurança máxima), Centro de Detención Preventiva Zona 18 e Fraijanes II — passaram a ficar sob controle das autoridades, com guardas resgatados ilesos.
  • As gangues também atiraram contra as forças de segurança, ampliando o ritmo de confrontos em diferentes pontos da capital.
  • O estado de sítio, válido por trinta dias, permite prisões sem mandado, e as operações foram coordenadas pelos ministérios do Interior e da Defesa Nacional; houve suspensão temporária de aulas.

O presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo de León, declarou estado de emergência por 30 dias para enfrentar as gangues, após oito policiais serem mortos e motins recentes em prisões. A medida visa a “proteção e a segurança” da população.

Arévalo informou que a polícia assumiu o controle de três estabelecimentos prisionais onde homens armados mantinham reféns dezenas de pessoas desde o sábado. As prisões ficam no centro e no sul do país.

As ações das forças de segurança resultaram em retaliação por parte das gangues, que atiraram contra unidades de polícia na capital, matando oito agentes. Em resposta, foi decretado estado de sítio por 30 dias.

Medidas anunciadas e prisões

O presidente explicou que a libertação dos reféns ocorreu após operações conjuntas do Ministério do Interior e do Ministério da Defesa Nacional, nas prisões Renovación 1, Centro de Detenção Preventiva Zona 18 e Fraijanes II.

Arévalo acrescentou que não houve negociações com criminosos nem tolerância com atos terroristas. A declaração de estado de sítio não altera a vida cotidiana nem a mobilidade da população, mas suspende aulas públicas e privadas.

Desdobramentos e próximos passos

O governo reiterou que as ações visam facilitar a proteção de cidadãos e a manutenção da ordem pública. Não há informações oficiais sobre número de detidos ou feridos nas ações em curso.

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