- Keir Starmer rejeita impor tarifas retaliatórias aos EUA, dizendo que seriam a decisão errada e prejudicariam a economia britânica.
- Ele defende resolver a questão da Groenlândia por meio de discussão calma entre aliados, ressaltando que o status futuro da Groenlândia pertence aos groenlandeses e ao reino da Dinamarca.
- O premiê afirmou que a relação de defesa e segurança com os EUA é de interesse nacional e que mantém a parceria “forte, construtiva e com foco em resultados”.
- Trump ameaçou impor sanções a oito países europeus, incluindo o Reino Unido, por manter tropas na Groenlândia; Starmer diz evitar uma guerra comercial.
- Starmer disse estar em contato com líderes da União Europeia e com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e destacou coordenação europeia diante da situação.
Keir Starmer afirmou que não imporia tarifas retaliatórias aos Estados Unidos, qualificando a medida como inadequada. Trump ameaçou tarifas a aliados da Otan para pressionar sobre o Greenland. A declaração foi feita em coletiva de imprensa emergencial na Downing Street.
O premier disse que tarifas americanas prejudicariam a economia britânica e não interessam a ninguém. Preferem resolver a questão por meio de diálogo tranquilo entre aliados, mantendo o alinhamento de defesa.
Starmer destacou que a decisão sobre o status futuro de Greenland pertence a Greenland e ao reino da Dinamarca, não aos EUA ou ao Reino Unido. Ressaltou que as relações de defesa são importantes para os britânicos.
Reação europeia e coordenação
A União Europeia avalia tarifas retaliação sobre bens americanos e pode adotar sanções. Líderes europeus criticaram a ameaça de Trump a novos impostos sobre importações.
O líder britânico afirmou estar em contato com líderes da UE e com a presidente da comissão, Ursula von der Leyen, para manter unidade e coordenação na resposta europeia.
Entre na conversa da comunidade