- a china confirmou ter recebido o convite para participar da “Board of Peace” do presidente dos EUA, Donald Trump, uma iniciativa para resolver conflitos globalmente.
- Pequim não disse ainda se aceitará ou recusará, mantendo postura cautelosa após recente trégua comercial com Washington.
- a proposta começa tratando do conflito de Gaza e pode ser expandida para outras situações; o conselho seria chefiado por Trump por toda a vida.
- os Estados-membros teriam mandatos de três anos, a menos que paguem 1 bilhão de dólares cada.
- governo chinês afirmou que o lado chinês recebeu o convite, não comentou sobre a decisão, e ressaltou que as relações sino-americanas variam, mas mantêm estabilidade global.
China foi convidada, nesta terça-feira, a participar do “Board of Peace” idealizado pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O convite é parte de uma iniciativa global que Washington tem promovido para tentar mediar conflitos ao redor do mundo.
Diversos governos já reagiram com cautela à proposta, que pretende iniciar pela situação em Gaza e depois ampliar para outros focos. O conselho seria chefiado por Trump por toda a vida, com mandatos de até três anos para os países membros, condicionados à possibilidade de pagamento de um bilhão de dólares por país.
Segundo informações, o convite foi transmitido à China pelo Ministério das Relações Exteriores dos EUA, conforme afirmou o porta-voz chinês em coletiva de imprensa regular. Ainda não houve confirmação sobre a aceitação ou recusa de Beijing.
O porta-voz destacou que as relações entre China e Estados Unidos passaram por oscilações no último ano, mas mantiveram dinâmica estável no conjunto. Também indicou disposição de a China trabalhar com os EUA para estabilizar vínculos e proteger seus interesses, sem recorrer a avaliações sobre a presidência de Trump.
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