- Em 2025, homicídios no Equador subiram 30% em relação a 2024, segundo o Ministério do Interior.
- O país registrou 9.216 assassinatos no ano passado, ante 7.063 em 2024; alta interrompeu a tendência de queda de 2023 para 2024.
- Governo atribui o aumento a guerras de território entre facções, impulsionadas pela definição de posições após a captura ou morte de seus líderes.
- A polícia realizou 20 prisões de alvos de alto valor em 2025; a maior parte da violência ficou na província costeira de Guayas, que abriga Guayaquil.
- O presidente Daniel Noboa mobilizou mais de 10 mil soldados para as três províncias mais violentas e disse, em Davos, que o país enfrenta uma “guerra completa contra o mal e o narco-terrorismo”.
Ecuador registrou 9.216 homicídios em 2025, alta de 30% frente a 2024, segundo o Ministério do Interior. A informação evidencia o desafio da gestão do presidente Daniel Noboa na guerra contra gangues.
Em 2024, houve 7.063 casos, revertendo a queda de 15% observada no ano anterior. O aumento é atribuído a guerras territoriais entre facções que disputam controle após a captura ou morte de líderes.
Foco de violência e ações do governo
A maioria da violência ficou concentrada na província costeira de Guayas, onde está Guayaquil, importante região portuária. As forças de segurança apresentaram 20 alvos de alto valor presos em 2025.
Noboa decretou vários estados de emergência e mobilizou mais de 10 mil militares nas três províncias mais violentas, como resposta à crise de criminalidade.
Declarações públicas e contexto
Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Noboa afirmou que o país luta uma “guerra completa contra o mal e o narco-terrorismo”, reforçando a linha de comunicação adotada pelo governo.
Entre na conversa da comunidade