- O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que Moscou espera que os Estados Unidos liberem os tripulantes russos a bordo do petroleiro ligado à Venezuela, apreendido no Atlântico no início deste mês.
- Lavrov afirmou que dois russos integravam a tripulação, além de ucranianos, georgianos e indianos, a bordo do Marinera.
- O navio foi abordado pelas forças navais americanas perto da Islândia em sete de janeiro, como parte de esforços para bloquear exportações de petróleo da Venezuela.
- A apreensão foi motivada pela atuação dos EUA para impedir operações vinculadas à Venezuela no setor petrolífero.
Moscou afirma que espera que os EUA liberem a tripulação russa do cargueiro ligado à Venezuela que foi apreendido no Atlântico no início deste mês. A notícia foi anunciada pelo ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, nesta terça-feira.
Lavrov disse que dois russos integravam a tripulação, junto com ucranianos, georgianos e indianos, a bordo do Marinera. A embarcação foi abordada por forças navais dos Estados Unidos perto da Islândia, em 7 de janeiro, conforme parte de esforços para bloquear as exportações de petróleo venezuelano.
Segundo Lavrov, a Rússia acompanha o caso e busca a libertação dos tripulantes. A apreensão ocorreu durante uma operação para impedir o comércio de petróleo venezuelano em águas internacionais do Atlântico.
A Marinha americana declarou que a ação visou interromper o fluxo de petróleo ligado ao governo venezuelano. Não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde ou as condições da tripulação russa a bordo.
Autoridades russas e internacionais cobrem de perto o desdobramento diplomático, com discussões sobre garantias de tratamento humano e acordos de repatriação. O caso segue sob análise de órgãos competentes de ambos os países.
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