- O proprietário do bar suíço na Crans-Montana, Jacques Moretti, e sua esposa Jessica Moretti são suspeitos de homicídio culposo na investigação do incêndio de Ano Novo, que deixou quarenta mortos.
- Jacques Moretti, que está sob custódia policial, passou por nova oitiva nesta terça-feira em Sion; a esposa deve ser ouvida na quarta.
- Moretti afirmou que uma porta dos fundos do bar, usada como serviço, estava trancada durante o incêndio; ele afirmou ter forçado a saída e encontrado várias pessoas atrás dela, segundo relatos publicados pela imprensa.
- Um advogado das famílias das vítimas disse que o depoimento de Moretti não configura, segundo ele, uma saída de emergência fechada, e que o casal expressou pesar pela tragédia.
- Autoridades locais enfrentam escrutínio sobre verificações de segurança; a prefeitura de Crans-Montana informou que retirou um pedido para participar do caso, em respeito às vítimas.
O proprietário de um bar suíço voltou a depor nesta terça-feira diante de promotores, em Sion, na investigação criminal sobre o incêndio que atingiu o estabelecimento no Dia de Ano Novo e deixou 40 mortos. O caso ganhou destaque pela alta mortalidade, principalmente entre adolescentes.
Jacques Moretti permanece sob custódia policial; Jessica Moretti, esposa dele, está em liberdade e também será ouvida, ainda sem data confirmada. Eles afirmaram luto pelo about vítimas e disseram colaborar com as investigações.
Durante os interrogatórios iniciais, Moretti afirmou que uma porta de serviço nos fundos da casa noturna Le Constellation estava trancada durante o fogo e que abriu-a pela parte externa, encontrando pessoas atrás dela. O advogado da família das vítimas disse que a situação é trágica, mas não confirma leitura de porta de emergência travada.
A defesa e a investigação também recaem sobre a fiscalização de segurança do resort de Crans-Montana. A prefeitura informou que solicitou a participação no processo, mas desistiu, em respeito às vítimas, segundo nota oficial.
A linha de apuração não se restringe ao bar. Questionamentos sobre inspeções de segurança, realizadas entre 2020 e 2025, continuam em aberto e podem influenciar a avaliação de responsabilidades dos responsáveis pelo local.
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