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Sete cristãos mortos no Irã durante repressão a protestos

Sete cristãos armenio-iranianos mortos na repressão aos protestos no Irã; milhares detidos e maior risco a convertidos do islamismo

Irã: sete cristãos são mortos em repressão aos protestos
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  • Sete cristãos armênio-iranianos foram confirmados entre os mortos nos protestos no Irã, segundo a Portas Abertas; uma vítima foi identificada publicamente como Ejmin Masihi.
  • Outros três cristãos ficaram feridos nas manifestações, conforme a mesma fonte.
  • Entre os milhares de detidos, há ao menos um cristão de origem muçulmana.
  • A Portas Abertas afirma que convertidos do islamismo ao cristianismo costumam enfrentar tratamento mais severo, em um país onde o islamismo é religião oficial.
  • A organização pediu orações pelas famílias das vítimas, pelos feridos e pela proteção dos cristãos presos, destacando dificuldade de verificação devido à instabilidade e ao blecaute da internet.

Sete cristãos armênio-iranianos foram confirmados entre as vítimas fatais das forças de segurança durante os protestos no Irã, segundo a Portas Abertas. Uma das vítimas já teve a identidade pública divulgada: Ejmin Masihi. Outros três cristãos ficaram feridos, conforme fontes confiáveis citadas pela organização.

Entre os milhares de detidos em prisões em massa registradas em diferentes regiões, há ao menos um cristão de origem muçulana. A Portas Abertas destaca que convertidos do islamismo ao cristianismo costumam enfrentar tratamento mais severo, em um país onde o islamismo é a religião oficial do Estado.

Contexto e impacto sobre comunidades

A organização afirma que a instabilidade afeta comunidades cristãs reconhecidas, como armênio-iranianos e assírios, bem como cristãos não reconhecidos, especialmente os de origem muçulana. A verificação permanece dificultada pelo blecaute de internet, diz a Portas Abertas.

Segundo a entidade, o período é descrito por muitos como um massacre de civis. A Portas Abertas aponta que a violência gerou luto generalizado e pedidos por proteção e respeito aos direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa, no Irã.

Chamado à oração e proteção

A Portas Abertas pediu que cristãos intercedam pelas famílias das vítimas e pelos feridos, pedindo conforto, paz e força. A organização também pediu proteção e libertação rápida para cristãos presos, além de orar por uma igreja iraniana que possa atuar como farol de esperança, paz e graça.

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