- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou em coletiva na Casa Branca que convidou Lula para integrar o Conselho da Paz.
- Trump disse que Lula terá “um papel importante” no conselho e afirmou: “Eu gosto dele”.
- O convite teria sido formalizado por carta da Casa Branca à embaixada do Brasil em Washington; o Planalto não divulgou uma resposta oficial até o momento.
- O Conselho da Paz foi criado por Trump para supervisionar a administração transitória de Gaza, a reconstrução civil do território e as etapas do cessar-fogo entre Israel e Hamas, com a possibilidade de substituir a ONU em algumas funções.
- Além do Brasil, foram enviados convites a líderes de Argentina, Egito, Índia, Turquia, Canadá e Albânia; Putin e Xi Jinping também teriam sido convidados, com Putin ainda em análise, segundo o Kremlin.
Donald Trump confirmou nesta terça-feira (20) na Casa Branca que convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o Conselho da Paz, criado pelos EUA para supervisionar conflitos internacionais. O anúncio ocorreu durante coletiva de imprensa.
Segundo Trump, Lula terá “um papel importante” no conselho, e o mandatário americano afirmou que gosta do petista. A afirmação foi feita após perguntas de uma jornalista da TV Globo.
O convite a Lula foi formalizado por meio de uma carta enviada pela Casa Branca à embaixada do Brasil em Washington, sem confirmação oficial de Brasília até o momento.
O Conselho da Paz e o cenário internacional
O Conselho da Paz foi criado por Trump como parte de um plano para encerrar a guerra na Faixa de Gaza e ampliar a mediação dos EUA em conflitos globais. A função inicial incluiria supervisão da administração transitória de Gaza, reconstrução de infraestrutura civil e avanços do cessar-fogo com o Hamas.
Trump afirmou que o órgão pode atuar como um mecanismo de mediação mais direto que a ONU, avaliando a possibilidade de substituir algumas funções da organização em certos casos. A ideia é acelerar intervenções internacionais, segundo ele.
Além de Lula, autoridades estrangeiras confirmaram convites a chefes de Estado de outros países, como Argentina, Egito, Índia, Turquia, Canadá e Albânia. Ainda há governos avaliando a proposta apresentada pelos EUA.
Outros líderes mencionados como convidados incluem Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China. O Kremlin informou que o convite a Putin foi enviado por canais oficiais e está em análise.
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