- Trump confirmou que convidou Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky para o seu “Conselho de Paz”; Zelensky disse achar difícil imaginar participar ao lado de Putin.
- Inicialmente, o objetivo era supervisionar a reconstrução de Gaza, mas o estatuto aponta funções que vão além desse território.
- Além de Putin e Zelensky, convites foram enviados a líderes de diferentes correntes políticas, como o argentino Javier Milei, que já confirmou participação.
- O governo da França recusou o convite, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia a possibilidade de participar.
- A matéria tem origem na agência AFP.
Donald Trump ampliou a lista de convidados para o seu denominado ‘Conselho de Paz’, cuja função inicial seria acompanhar a reconstrução de Gaza. O anúncio inclui líderes de diferentes espectros ideológicos, ampliando o escopo além do território palestino.
Entre os convidados confirmados estão Vladimir Putin, da Rússia, e Volodymyr Zelensky, da Ucrânia. O próprio Trump confirmou o envio do convite a Putin, ao ser questionado por um jornalista. Zelensky afirmou ter sido convidado, mas reconheceu que é improvável aceitar.
Além deles, outros líderes de variadas filiações também foram convidados. Javier Milei, da Argentina, já confirmou participação. Em contrapartida, o governo da França recusou o convite, e o presidente Lula da Silva, do Brasil, avalia a adesão.
Avanços e dúvidas
A proposta inicial previa a supervisão da reconstrução de Gaza, mas o estatuto recente indica função mais ampla. A iniciativa parece buscar um espaço de diálogo entre blocos com posições divergentes.
Fontes associadas ao tema destacam que o convite já representa uma tentativa de ampliar o alcance diplomático do grupo. A imprensa internacional acompanha a repercussão entre governos e analistas. Com informações da AFP.
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