- Uma decena de líderes mundiais, incluindo Israel e Kosovo, aceitaram publicamente o convite de Donald Trump para integrar a Junta de Paz, que será inaugurada oficialmente na Davos.
- Países como Albânia, Argentina, Hungria, Marrrocos, Egito, Emirados Árabes Unidos e Paraguai já confirmaram participação; alguns afirmaram que não pagarão o assento permanente de 1,0 bilhão de dólares.
- Diversos líderes europeus, como Itália, França, Suécia e Noruega, recusaram o convite, com a França recebendo críticas públicas de Trump.
- A Junta de Paz, que começou como órgão de supervisão, passou a ser vista como um clube privado caro, com Trump tendo prerrogativas amplas sobre admissões, reuniões e votações; o documento fundacional não cita Gaza diretamente.
- Trump sugeriu que a Junta poderia, no futuro, substituir a Organização das Nações Unidas; a Casa Branca já estendeu convites a pelo menos 60 líderes, com países como Espanha ainda avaliando a participação.
Uma dezena de países aceitou publicamente o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para integrar a chamada Junta de Paz. A cerimônia de inauguração está prevista para esta semana, durante o Fórum de Davos, na Suíça. O objetivo declarado é promover estabilidade e governança em zonas de conflito.
Entre os que aderiram estão Kosovo, Argentinamento (com o presidente Javier Milei) e Hungria, além de Marrocos, Egito e Emirados Árabes Unidos. Muitos líderes com perfil pró-EEUU também apoiam o projeto. Alguns países, contudo, já sinalizam que não pagam o custo de 1 bilhão de dólares pelo assento permanente.
O projeto foi anunciado por Trump no ano passado, em meio a um cessar-fogo na Faixa de Gaza. A Junta de Paz evoluiu para um “club privado” com poder para definir convidados, locais e datas de reuniões, segundo relatos. O documento fundacional não menciona Gaza diretamente.
Participantes que aceitaram o convite
- Kosovo
- Argentina
- Hungria
- Marrocos
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Azerbiaijão
- Bielorrússia
- Paraguai
- Vietnã
- Espanha está em avaliação, segundo fontes oficiais
Reação internacional
- Itália, França, Suécia e Noruega não aceitaram o convite.
- França teve reação formal negativa; Trump mencionou possíveis sanções a vinhos franceses.
- A CasaBranca informou que ao menos 60 líderes foram convidados, com muitos ainda não respondidos.
Contexto e função da Junta
- A Junta é apresentada como órgão para promover estabilidade e paz duradoura.
- O formato lembra uma “ONU paralela”, com poderes amplos para decisões, inclusão de convidados e calendários.
- O papel real no terreno ainda é alvo de análises e controvérsias entre observadores internacionais.
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