- A suspensão da emissão de vistos de imigração pelos Estados Unidos para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, entrou em vigor nesta quarta-feira (21).
- A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado em 14 de janeiro e faz parte da agenda migratória do presidente Donald Trump, com foco em restringir a entrada permanente.
- Vistos temporários, de turismo, negócios e estudos, continuam sendo processados normalmente, e autorizações já concedidas não foram canceladas.
- A suspensão atinge categorias ligadas à reunificação familiar e ao trabalho permanente, como vistos para cônjuges e filhos de cidadãos norte-americanos, noivos, determinados parentes de residentes permanentes, além de empregos e investimentos.
- O Departamento de Estado informou que a política busca garantir autossuficiência financeira dos imigrantes e não tem prazo definido para revisão.
A suspensão da emissão de vistos de imigração pelos Estados Unidos entrou em vigor nesta quarta-feira, 21 de janeiro. A medida atinge 75 países, entre eles o Brasil, conforme anúncio do Departamento de Estado.
A decisão integra a agenda migratória do governo e faz parte de um endurecimento das regras de entrada permanente no país. Vistos temporários, como turismo, negócios e estudos, seguem sendo processados normalmente.
Até o momento, autorizações já concedidas não foram afetadas, e a medida não impacta vistos de residência temporária. A norma concentra-se em vistos de imigração ligados à residência permanente.
O que está incluído
A suspensão atinge vistos para reunificação familiar e para trabalho permanente. Estão previstos para ficar de fora cônjuges e filhos de cidadãos norte-americanos, noivos e determinados parentes de residentes permanentes.
Também entram na lista autorizações baseadas em emprego e investimento, além de vistos para trabalhadores religiosos, investidores e residentes que tentem retornar ao país após longos períodos fora.
Justificativa oficial
O Departamento de Estado informou que a política visa assegurar que novos imigrantes sejam financeiramente autossuficientes e não dependam de benefícios públicos. A medida tem validade enquanto o governo avalia os critérios de concessão e não há prazo definido para a revisão.
Entre na conversa da comunidade