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Lula busca reconquistar protagonismo brasileiro sobre a Venezuela

Lula tenta reavivar protagonismo internacional sobre a Venezuela, cobrando reação de potências e avaliando impactos regionais

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  • Lula busca recolocar a crise da Venezuela como tema de destaque no cenário internacional, segundo a colunista Daniela Lima no UOL News – 2ª edição do Canal UOL.
  • O presidente tem criticado a deposição de Nicolás Maduro e a nomeação de uma presidente interina pelos EUA, destacando o silêncio de outras potências e os riscos à estabilidade regional.
  • Segundo o Planalto, a agenda internacional tem sido puxada pela história da Groenlândia, enquanto os EUA teriam entrado com 150 helicópteros no espaço aéreo venezuelano, subtraído Maduro e instalado uma presidente interina, com Donald Trump dizendo que manda.
  • A leitura é de que a ação é inédita na América Latina promovida pelos EUA, rompendo a ideia de zona de paz defendida pelo presidente em artigo no The New York Times.
  • A operação levanta dúvidas sobre o futuro de outros países ameaçados por Trump, como Colômbia e México, que também integram o hemisfério.

Daniela Lima, colunista do UOL News, afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca recolocar a crise venezuelana entre os temas centrais do cenário internacional. A avaliação foi publicada na segunda edição do Canal UOL.

Segundo a leitora de Daniela Lima, Lula critica a deposição de Nicolás Maduro e a nomeação de uma presidente interina pelos EUA. A fala também aponta o silêncio de outras potências e os riscos à estabilidade regional.

Essa percepção envolve ainda a operação ocorrida há quase 20 dias, quando autoridades norte-americanas teriam utilizado 150 helicópteros para entrar no espaço aéreo venezuelano, destituir Maduro e instalar uma presidente interina, com Trump afirmando influência sobre o processo.

A colunista destaca que a reação internacional permanece limitada, apesar de relações comerciais com a Venezuela, como as mantidas pela Rússia e China. Lula seria o mais ativo estímulo a um debate sobre o tema na América Latina.

A avaliação aponta que o movimento pode impactar a percepção de outros países da região que já receberam pressões ou retóricas de Washington, como Colômbia e México, ampliando o foco sobre o papel dos EUA no hemisfério.

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