- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou o convite de Donald Trump para integrar o Conselho de Paz, informou o gabinete nesta quarta-feira.
- O Conselho foi criado para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, mas a carta constitutiva indica que não se restringe apenas ao território.
- Para ingressar permanentemente, os membros devem pagar até um bilhão de dólares.
- O Conselho será presidido por Trump, que também atuará separadamente como representante dos Estados Unidos.
- Diversos países e líderes foram convidados; a França informou que não participará, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não respondeu.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou o convite para integrar o Conselho de Paz do presidente dos EUA, Donald Trump. A confirmação veio do gabinete israelense nesta quarta-feira, 21. O objetivo do conselho é participar da reconstrução da Faixa de Gaza, mas a carta constitutiva indica atuação além do território.
O grupo, liderado por Trump, pretende promover a estabilidade global. Para ingressar de forma permanente, os membros devem contribuir com até 1 bilhão de dólares. O conselho será presidido por Trump, que atuará também como representante dos EUA.
O anúncio sinaliza participação de dezenas de países e líderes, incluindo aliados próximos e adversários. França informou que não participará. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ainda não respondeu ao convite.
Repercussões internacionais
- A atuação do Conselho de Paz ainda não está definida claramente quanto a prazos e metas na região.
- Observadores destacam que o formato pode ampliar a influência de Washington na região.
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