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Sírio-sueco é considerado culpado de planejar ataque suicida em Estocolmo

Jovem sírio-sueco de 19 anos é condenado a sete anos e dez meses pela tentativa de ataque ao Stockholm Culture Festival, em Kungsträdgården, agosto de 2025

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  • Um homem de 19 anos, com nacionalidade sírio-sueca, foi condenado a sete anos e dez meses de prisão por planejar um ataque em Stockholm em apoio ao grupo Estado Islâmico.
  • A pena inclui também condenações por pertencer a uma organização terrorista, além de outros crimes.
  • Segundo a decisão, ele pesquisou a área de Kungsträdgården, no centro da cidade, e gravou um filme de “martírio” para ser divulgado após o crime.
  • Também foi considerado culpado por planejar assassinato de um homem na Alemanha em 2024.
  • O festival cultural de Stockholm atraiu cerca de 2 milhões de visitantes em cinco dias no ano passado; o Estado Islâmico busca uma retomada de atividades na região.

Um homem de 19 anos, Syrian-Sweded dual nacional, foi condenado pela justiça sueca a sete anos e dez meses de prisão por planejar um ataque em um festival cultural em Estocolmo, em apoio ao grupo Estado Islâmico. A decisão foi proferida pela Vara de Estocolmo nesta quarta-feira.

Segundo a decisão do tribunal, ele pretendia atacar a área central de Kungsträdgården em agosto de 2025. A pena também inclui condenações por outros crimes, entre eles a participação em organização terrorista.

O tribunal afirmou que o réu, descrito pela promotoria como autorradicalizado, negou todas as acusações. Além do plano de ataque, ele foi considerado culpado de planejar matar um homem na Alemanha em 2024. O festival cultural de Estocolmo recebeu, em 2024, cerca de 2 milhões de visitantes em cinco dias.

Detalhes do caso

  • O objetivo do ataque era o festival cultural de Estocolmo, que é um evento de grande público na capital sueca.
  • O réu reconoou o Kungsträdgården e gravou um filme de martírio com a finalidade de ser divulgado após o crime, de acordo com o tribunal.
  • O caso destaca atividades do grupo Estado Islâmico, que busca retomar atuação regional após anos de domínio na Síria e no Iraque.

Fonte: reportagem de Anna Ringström, com edição de Simon Johnson e Ros Russell.

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