- O presidente dos Estados Unidos falou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, sobre a possível aquisição de Groenlândia e disse que negociará, não tentará tomar por força.
- A ideia envolve Groenlândia como parte de um “Domo de Ouro” para defesa dos EUA e Canadá, com a posse considerada necessária para a defesa.
- Surpresa: Trump publicou que, junto ao secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, formaram o arcabouço de um acordo futuro sobre Groenlândia e o Ártico.
- Lideranças europeias discutem respostas, incluindo o uso do instrumento anti-coerção da União Europeia; a Parliament europeia suspendeu avanço de acordo comercial com os EUA após ameaças de tarifas.
- O governo disse que, com base nesse entendimento, não vai impor tarifas previstas para 1º de fevereiro e há novas discussões em curso; o Congresso não restringiu o uso de recursos federais para defender aliados.
Trump defende a Greenland no Davos e fala em acordo-quadro
O presidente dos EUA discursou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, destacando a Greenland como elemento de segurança dos EUA e defendendo negociações imediatas para a aquisição. A fala ocorreu durante a agenda na reunião de líderes internacionais.
A presentation ressaltou a ideia de incorporar a Greenland a um “dome de proteção” norte-americano, ampliando a atuação da OTAN na região. Trump afirmou que apenas os EUA teriam condições de manter a soberania sobre o território, sem recorrer ao uso da força.
Ele também repetiu a afirmação de que já teve mais envolvimento com a OTAN do que qualquer outro presidente, sem detalhar mecanismos de implementação do possível acordo. As propostas geraram reações distintas entre aliados europeus e integrantes da aliança.
Desdobramentos e reações internacionais
Pouco depois, a União Europeia discutiu respostas para a crise, com governos estudando instrumentos legais para reforçar a posição de Denmark e contrapor a pressão de Washington. Sinais indicaram possível uso de medidas emergenciais de cooperação militar na região ártica.
Em outra frente, o governo europeu adiou parcialmente avanços em um acordo comercial com os EUA, citando o debate sobre Greenland. A perecível negociação econômica ganhou relevância diante das declarações de Trump sobre tarifas adicionais envolvendo Dinamarca e países da OTAN.
Cartas em jogo e próximos passos
Em rede social, uma postagem recente do presidente informou que o “framework” para Greenland e o Ártico foi estabelecido com o secretário-geral da OTAN, marcando o início de conversas entre autoridades americanas e europeias. A comunicação aponta que tarifas previstas para 1º de fevereiro podem deixar de vigorar nesta fase.
Entre os confirmados para as tratativas estão o vice-presidente, o secretário de Estado e um enviado especial, que devem representar os EUA nas negociações em andamento. As informações indicam que houve sinalização de que discussões adicionais continuarão, sem prazos fixos.
A administração explicita que, mesmo com o tom firme sobre a soberania, não há uso da força como opção imediata. As autoridades ressaltam a necessidade de diálogo com Denmark e parceiros da OTAN para definir condições de eventual aquisição.
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