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Washington Post exige devolução de eletrônicos apreendidos em casa de repórter

Washington Post solicita à justiça a devolução imediata de dispositivos apreendidos na casa da repórter Hannah Natanson, alegando ameaça à liberdade de imprensa

The One Franklin Square Building, home of the Washington Post newspaper, in downtown Washington on 21 February 2019.
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  • O Washington Post pediu a um tribunal federal na Virgínia para que o governo retorne aparelhos de Hannah Natanson, após a invasão de seu apartamento na semana passada.
  • A repórter, que tem coberturas sobre como a administração Trump mudou o governo, teve dois laptops, dois celulares, um relógio Garmin e outros dispositivos apreendidos em investigação sobre suposta retenção de materiais classificados por parte de um contratante.
  • O jornal descreveu a apreensão como “absurda” e afirmou que restringe a liberdade de imprensa e pode causar danos irreparáveis se os materiais não forem devolvidos ou usados.
  • O Post acionou duas medidas no tribunal, pedindo a devolução dos materiais e que cópias fiquem seladas e não revisadas até o desfecho do caso.
  • A apreensão está ligada ao contratante federal Aurelio Perez-Lugones, que está sob custódia federal em Maryland; grupos de defesa da imprensa têm pedido a desarquivação de registros judiciais da operação.

O Washington Post pediu a um tribunal federal na Virgínia que determine a devolução de materiais pertencentes à repórter Hannah Natanson, cuja casa foi alvo de uma busca na semana passada. O caso envolve dispositivos apreendidos durante a investigação de um contratado do governo.

A publicação afirma que a apreensão de laptops, celulares, um relógio Garmin e outros aparelhos representa uma violação grave à liberdade de imprensa e pode comprometer fontes e a apuração de reportagem. O texto oficial solicita a devolução imediata dos itens e o sigilo de cópias até a resolução.

Os documentos judiciais também pedem que o governo não examine o material apreendido e que o material permaneça sob sigilo temporário. O emprego de uma busca relacionada a suposta retenção de informações de defesa nacional por um contratado está no centro do caso.

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