- Barron Trump, filho mais novo do ex-presidente, afirmou à polícia que estava “muito próximo” da vítima de suposto estupro, conforme o tribunal de Snaresbrook ouviu.
- Ele disse ter videochamado a mulher na madrugada de 18 de janeiro do ano anterior, quando viu um homem a agredir a vítima repetidamente.
- A vítima, cujo nome não pode ser divulgado, é amiga de Barron Trump; o réu Matvei Rumiantsev, 22 anos, responde por agressão, dois estupros e outros crimes.
- Em um e-mail aos investigadores, Barron relatou que a vítima lhe contou que o suspeito a perseguia há bastante tempo e pediu que dois amigos ligassem para a polícia.
- A descrição da videochamada mostra que houve apenas um instante em que o agressor apareceu sem camisa, antes da tela mudar para a vítima; o julgamento continua.
Barron Trump afirmou à polícia ter ficado “muito próximo” da vítima de um suposto estupro durante uma ocorrência que ocorreu na madrugada de 18 de janeiro do ano passado. A informação foi apresentada em tribunal, em Londres, nesta quarta-feira.
O caso envolve Matvei Rumiantsev, de 22 anos, que responde a acusações de agressão, dois crimes de estupro, estrangulamento e obstrução da justiça. A vítima, que não pode ser identificada, era amiga de Barron Trump, filho mais novo do ex-presidente dos EUA.
Segundo o tribunal, Barron participava de uma videochamada com a vítima quando testemunhou agressões repetidas de um homem. A gravação ocorreu no início da madrugada, após ele entrar em contato com a mulher por meio de redes sociais.
Em um email enviado aos agentes da polícia de Londres, Barron relatou o que a vítima lhe teria contado sobre as dificuldades enfrentadas com o suspeito há bastante tempo. Ele descreveu a visão da agressão como breve, mas evidente, durante a chamada.
Durante a chamada de emergência, Barron disse que o ataque ocorria há cerca de oito minutos e afirmou ter ligado para a polícia a pedido de ajuda. O rapaz reconheceu que conhecia a vítima por meio de redes sociais, mas afirmou que isso não era determinante para o caso.
Além de acionar autoridades, Barron afirmou ter pedido que dois amigos nos EUA ligassem para a polícia. A defesa de Rumiantsev nega as acusações e sustenta que não houve violência, lesões ou estupro comprovados.
O processo permanece em andamento na corte de Snaresbrook. A Justiça continua avaliando as declarações e as provas apresentadas pelas autoridades e pela defesa.
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