- A China quer aprofundar laços marítimos com Malta, especialmente em navegação e logística portuária, segundo o Ministério do Comércio chinês.
- Em reunião em Pequim, o ministério informou que pretende fortalecer o alinhamento estratégico com Malta, um dos 27 membros da União Europeia.
- Malta mantém relação próxima desde 1972 e busca ajudar um grande investidor a promover contatos com a UE, incluindo acesso ao mercado único da região.
- Como parte da Iniciativa C Belt e Rota, empresas chinesas investiram na infraestrutura de Malta, incluindo participação no Malta Freeport Terminals, controlado pela China Merchants Port Holdings.
- Malta foi um dos cinco países da UE que votaram contra tarifas a veículos elétricos chineses em 2024.
China busca aprofundar laços marítimos com Malta no Mediterrâneo Central, disse o Ministério do Comércio da China nesta quinta-feira. O objetivo é ampliar cooperação em navegação e logística portuária.
O ministério informou a representantes de Malta que há interesse em fortalecer o “alinhamento estratégico” com o país, um dos 27 membros da União Europeia. A busca ocorre em meio a relações desenvolvidas desde 1972.
As negociações ocorreram em uma reunião de cooperação econômica e comercial em Pequim, com foco na região do Mediterrâneo central. Malta atua como ponto estratégico para investidor estrangeiro ampliar relações com a UE.
Cooperação e investimentos
No contexto da Iniciativa Cinturão e Rota de Xi Jinping, empresas chinesas, estatais e privadas, investiram em Malta, incluindo participação no Malta Freeport Terminals, terminal de transbordo no Mediterrâneo, sob a gestão da China Merchants Port Holdings.
Malta foi um dos cinco países da UE que votaram contra a imposição de tarifas a veículos elétricos de origem chinesa em 2024, segundo o texto diplomático da notícia.
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