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Espanha pede presença do Exército da UE em disputa sobre Groenlândia

Espanha pressiona UE a avançar com Exército conjunto como dissuasão na disputa pela Groenlândia, enfatizando eficiência de bloco e que não substitui a Otan

Bandeiras da União Europeia na sede da Comissão Europeia em Bruxelas, Bélgica.
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  • Espanha pediu que a União Europeia avance na criação de um Exército conjunto para dissuadir ameaças, segundo o ministro José Manuel Albares.
  • A ideia é, primeiro, reunir ativos tangíveis do bloco para integrar o setor de defesa e, depois, mobilizar uma coalizão de pessoas dispostas a isso.
  • Albares afirmou que, embora haja debate sobre a disposição dos cidadãos europeus, o bloco teria maior massa crítica que 27 exércitos nacionais.
  • A declaração foi feita antes da reunião de emergência da UE em Bruxelas para tratar da resposta à possível compra ou anexação da Groenlândia pelo governo dos EUA.
  • O chanceler ressaltou que o Exército europeu não substituiria a Otan e reforçou a importância da aliança transatlântica, afirmando que a Europa não pode ser coajada militar ou economicamente.

A Espanha pediu que a União Europeia avance na criação de um Exército conjunto como medida de dissuasão. A proposta foi apresentada pelo ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, antes de reuniões em Davos, Suíça.

Segundo Albares, a prioridade é reunir ativos tangíveis para fortalecer o setor de defesa e, depois, mobilizar uma coalizão de países dispostos a aderir. Ele destacou que o esforço comum pode ser mais eficiente do que 27 exércitos nacionais separados.

O anúncio ocorre antes de uma reunião de emergência da UE, marcada para Bruxelas, para discutir uma resposta conjunta à possibilidade de aquisição ou anexação da Groenlândia pelo governo dos EUA. O encontro foi confirmado por um porta-voz do Conselho.

Contexto político e desdobramentos

Albares afirmou que o objetivo do Exército da UE não é substituir a Otan, ressaltando a importância da aliança transatlântica. Ele também indicou que a Europa não deve ser coagida militar ou economicamente. A declaração foi feita após uma rodada de encontros, incluindo visitas a Nova Delhi para tratar de laços de defesa com a Índia.

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