- Guinea-Bissau marcou as eleições presidenciais e legislativas para 6 de dezembro de 2026, após o golpe ocorrido no fim do ano passado.
- as eleições foram definidas por decreto presidencial assinado nesta quarta-feira.
- o golpe foi realizado por oficiais do Exército, que se autodenominam Comando Militar Superior, e destronaram o presidente Umaro Sissoco Embaló, instalando o general Horta Inta-a como presidente interino.
- a comunidade regional ECOWAS criticou o desfecho e pediu a restauração da ordem e a realização das eleições.
- a comissão eleitoral disse não ter conseguido concluir o processo após homens armados terem apreendido cédulas e destruído servidores que armazenavam os resultados.
Guiné-Bissau marcou eleições presidenciais e legislativas para 6 de dezembro, após o golpe de fim do ano passado que interrompeu o processo eleitoral. O decreto presidencial foi assinado na quarta-feira.
Militares, que se autodenominam Comando Militar Superior, derrubaram o presidente Umaro Sissoco Embaló e iniciaram a substituição por um presidente interino, o major-general Horta Inta-a, no dia seguinte. A data estabelece o calendário eleitoral a partir daquele momento.
A comunidade regional ECOWAS condenou o golpe e pediu a normalização do processo. O comitê eleitoral guineense informou que não conseguiu concluir a eleição após homens armados apreenderem cédulas e destruírem servidores que armazenavam os resultados.
Contexto institucional
O episódio anterior impediu a divulgação dos resultados, gerando desacordo sobre a conclusão do pleito. A organização regional manteve a pressão pela restauração da ordem e pela realização das eleições conforme previsto.
Desdobramentos recentes indicam que autoridades guineenses buscam retomar o calendário, com a data de 6 de dezembro definida por decreto presidencial. Detalhes operacionais e candidaturas ainda podem sofrer ajustes conforme o curso do processo.
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