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Hurley afirma em tribunal britânico ter sofrido invasão brutal de privacidade

Elizabeth Hurley relata invasão brutal de privacidade com grampos e microfones em casa, em ação contra Associated Newspapers no High Court de Londres

Elizabeth Hurley arrives at the Vanity Fair Oscars party after the 97th Academy Awards, in Beverly Hills, California, U.S., March 2, 2025. REUTERS/Danny Moloshok
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  • Elizabeth Hurley, de 60 anos, escreveu e testemunhou no High Court de Londres que teve telefone e casa… grampeados, em uma “violação brutal de privacidade”, para a imprensa produzir histórias.
  • Ela é uma das sete autoras de ações contra a Associated Newspapers, editora do Daily Mail e do Mail on Sunday, alegando violações de privacidade que remontam aos anos noventa até a década de 2010.
  • Hurley disse que várias das quinze histórias citadas continham informações obtidas de forma ilegal, incluindo detalhes médicos de sua gravidez e discussões com o falecido pai de seu filho.
  • Durante o testemunho, Hurley chorou em alguns momentos e negou que amigos, como David Furnish, tivessem passado informações à imprensa; Harry, o príncipe, acompanhava e a apoiava.
  • Ela afirmou que seus telefones foram hackeados e que microfones foram fixados em janelas de sua casa para ouvir conversas, e disse ter ficado devastada com a invasão.

Elizabeth Hurley está prestando depoimento na High Court de Londres como parte de uma ação de privacidade contra o proprietário do Daily Mail. A atriz afirma ter vivido uma “invasão brutal de privacidade” com ligações e aparelhos de escuta em sua residência para a produção de reportagens. O caso envolve ainda outras celebridades que processam o veículo.

Hurley, de 60 anos, é segunda testemunha entre sete que movem ações contra a Associated Newspapers, editora do Mail e do Mail on Sunday. Ela reclama de 15 reportagens que teriam utilizado informações obtidas de forma ilegal, incluindo detalhes médicos de sua gravidez e conflitos familiares.

Durante o depoimento, Hurley recebeu apoio do filho Damian, que a acompanhava, enquanto o advogado da Associated questionava o atraso em eventuais ações judiciais. A atriz revelou que soube da prática de hackslin em 2015, por meio do ex-namorado Hugh Grant, que mencionou possibilidade de processar outro grupo de jornais.

A corte ainda ouviu detalhes sobre a fonte das informações e a linha do tempo das supostas invasões, com Hurley descrevendo que seus telefones teriam sido grampeados e microfones instalados nas janelas de sua residência para “ouvir todas as conversas”. Ela afirmou que a descoberta, em 2020, causou grande abalo emocional.

Além de Hurley, a ação envolve o Príncipe Harry, Elton John e outras figuras públicas, que buscam reparação por supostas violações de privacidade ocorridas entre o início dos anos 1990 e a década de 2010. A Associated Newspapers sustenta que as acusações são infundadas e não representam a prática jornalística da empresa.

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