- O camping movimentado em Mount Maunganui, na costa leste da ilha norte da Nova Zelândia, foi atingido por um deslizamento às 9h30 de quinta-feira, após fortes chuvas.
- Até nove pessoas podem estar desaparecidas, incluindo crianças; veículos recreativos e ao menos uma estrutura teriam sido soterrados.
- O primeiro-ministro Christopher Luxon pretendia visitar áreas atingidas pelas enchentes na sexta-feira.
- O prefeito Mahe Drysdale afirmou que não houve avanço na localização das pessoas desaparecidas, e que a área continua instável; a polícia verifica se alguns campistas saíram sem informar autoridades.
- Em regiões vizinhas, Papamoa teve um deslizamento que deixou duas mortes; outro incidente próximo a Auckland envolveu um homem levado pela enxurrada; várias vias seguem fechadas.
No Sul da Ilha Norte da Nova Zelândia, uma cortina de chuva intensa provocou um deslizamento de terra que atingiu um camping movimentado em Mount Maunganui, às 9h30 de quinta-feira (20h30 GMT de quarta). O incidente causou destruição no local e pôs em risco visitantes que estavam no parque.
As autoridades informaram que até nove pessoas podem estar desaparecidas, incluindo crianças. Famílias em férias de verão estavam entre os campers. Veículos recreativos e ao menos uma estrutura foram soterrados pelo impacto.
O primeiro-ministro Christopher Luxon planejava visitar áreas atingidas pelas cheias na sexta-feira. O prefeito local, Mahe Drysdale, afirmou que as equipes de busca permaneceram no local durante a noite, sem progresso na localização de desaparecidos, e que a região segue instável.
O ministro da Gestão de Emergências e Recuperação, Mark Mitchell, destacou a dificuldade do ambiente para operações de resgate. A polícia investiga se alguns campistas deixaram o local sem comunicar autoridades.
O deslizamento ocorreu após chuvas intensas que atingiram grande parte da costa leste da ilha. Em Papamoa, a cidade vizinha, duas pessoas morreram na quinta-feira, e um homem foi levado pela correnteza ao norte de Auckland na quarta.
Alguns trechos routáveis permaneciam fechados, dificultando o acesso de cidades da ilha ao interior. A defesa civil da região de Tairāwhiti informou que moradores caminhavam por áreas atingidas para buscar água e alimentos, o que foi desencorajado devido ao risco de novos deslizamentos.
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