- O presidente russo, Vladimir Putin, vai se encontrar em Moscou com o enviado especial de Trump para Ucrânia, Witkoff, e com Jared Kushner, genro do ex-presidente, para continuar o diálogo sobre a solução para a Ucrânia.
- O encontro deve discutir o acordo de paz, a ideia de “Board of Peace” de Trump e a possibilidade de usar ativos russos congelados.
- A reunião ocorre em meio ao debate sobre como encerrar a guerra mais violenta da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, o futuro da Ucrânia e a influência europeia no processo.
- Trump afirmou que o acordo está “consideravelmente próximo” e que é hora de parar o conflito, citando que Zelenskiy é o principal obstáculo, segundo ele.
- Putin já disse repetidamente estar aberto a dialogar sobre a paz, destacando o isolamento da Rússia após a expansão da Otan e o papel da relação com o Ocidente no contexto do conflito.
Putin informou, em sessão do Conselho de Segurança russo, que receberá os enviados dos EUA, Witkoff e Kushner, em Moscou, para ampliar o diálogo sobre a paz na Ucrânia e debater a ideia de uma possível iniciativa de Trump chamada “Board of Peace”, além da hipótese de usar ativos russos congelados.
A reunião visa avançar um acordo para encerrar o conflito, que começou em 2022 com a invasão russa, e avaliar as condições para um acordo que envolva Kyiv, Washington e aliados europeus. A iniciativa também envolve a discussão sobre o papel da comunidade internacional no processo.
Entre os envolvidos estão Vladimir Putin, o enviado especial dos EUA Witkoff e Kushner, consultor próximo ao ex-presidente. A conversa ocorre em meio a declarações de Washington sobre a proximidade de um acordo para pôr fim ao confronto.
O conflito é visto como o mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com consequências para a Ucrânia, a posição de Rússia na arena internacional e a eventual participação de grandes potências na estabilidade da região.
Contexto do conflito
Analistas destacam que, apesar das negociações, permanecem divergências sobre condições de cessar-fogo, garantias de segurança para a Ucrânia e o futuro da governança regional. O tema também envolve a avaliação de riscos para a segurança europeia.
Desdobramentos diplomáticos
Especialistas ressaltam que o andamento das negociações depende de fatores militares, políticos e econômicos. A composição de qualquer acordo poderá exigir garantias internacionais e mecanismos de monitoramento.
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