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Reino Unido não pronto para aderir ao conselho da paz de Trump, diz Cooper

Reino Unido não assinará o board of peace de Trump; mantém apoio ao plano para Gaza, mas teme envolvimento de Putin em Davos

‘There’s a huge amount of work to do – we won’t be one of the signatories today,’ Cooper told BBC Breakfast.
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  • O Reino Unido não será signatário do chamado “board of peace” de Donald Trump, afirmou a secretária de Relações Exteriores.
  • Londres apoia o plano de vinte pontos do presidente dos EUA para Gaza, mas há dúvidas sobre o envolvimento de Putin.
  • Cooper disse que há “muita coisa a fazer” e que o tratado envolve questões legais mais amplas.
  • O governo britânico também Expressou preocupações sobre Putin integrar um projeto que fala de paz, sem sinais de compromisso com a paz na Ucrânia.
  • Putin afirmou que Moscou segue consultando parceiros estratégicos antes de decidir sobre o plano.

Britain não assinará o chamado board of peace de Donald Trump, afirmou today a chefe de Diplomacia britânica, Yvette Cooper, em meio a questionamentos sobre a participação russa. A posição foi anunciada enquanto o Reino Unido manifesta apoio ao plano de 20 pontos para Gaza.

Cooper disse à BBC Breakfast que o Reino Unido apoia o plano de Trump, apresentado para ganhar visibilidade no Fórum Econômico Mundial em Davos. No entanto, o governo considera o acordo umaTreaty com implicações legais mais amplas e ressalta riscos relacionados à participação de Putin.

Ela destacou ainda que há dúvidas sobre o envolvimento de Putin e que o tema da paz deve considerar compromissos de Moscou em relação à Ucrânia. A declaração ocorreu no contexto de discussão sobre como avançar com esforços de paz.

Contexto internacional e posição britânica

Putin informou que Moscou continua consultando seus parceiros estratégicos antes de se decidir pela adesão ao plano. As comunicações oficiais coincidiam com a atenção internacional ao tema, especialmente em fóruns globais.

O governo britânico mantém apoio ao tema humanitário de Gaza, mas evita assinatura que possa criar um instrumento jurídico que envolva potências externas. A posição também reflete cautela sobre incentivos a mudanças estratégicas no conflito regional.

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