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Rutte diz que conversas no Ártico com Trump buscarão excluir Rússia e China

Rutte afirma que as conversas com Trump em Davos visam manter Rússia e China fora do Ártico, incluindo veto ao acesso econômico e militar à Groenlândia

NATO Secretary General Mark Rutte speaks during a bilateral meeting with U.S. President Donald Trump (not pictured) at the World Economic Forum (WEF) in Davos, Switzerland, January 21, 2026.
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  • O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou em Davos que conversou com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre como a aliança deve defender o Ártico contra Rússia e China.
  • O foco das discussões inclui não apenas a Groenlândia, mas os sete países da OTAN com território no Ártico.
  • Trump vem dizendo que quer adquirir a Groenlândia, mas, na véspera, descartou o uso da força e sinalizou estar perto de um acordo para encerrar a disputa sobre o território, após conversas com Rutte.
  • As conversas devem se basear no encontro de Washington, na semana passada, entre delegações dos EUA, da Dinamarca e da Groenlândia.
  • Um dos programas de trabalho discutidos visa impedir que chineses e russos tenham acesso à economia ou à Groenlândia militarmente.

NATO informou que o secretário-geral Mark Rutte e o presidente dos EUA, Donald Trump, conversaram em Davos sobre como a aliança pode defender o Ártico de forma mais eficaz. A reunião ocorreu durante o Foro Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em 21 de janeiro de 2026.

Segundo a informação divulgada, o foco principal é manter a influência de Rússia e China longe do Ártico. A atuação abrange não apenas a Groenlândia, mas as sete nações da OTAN com território na região.

Trump sinalizou que não pretende usar a força para resolver a disputa pela Groenlândia e sugeriu que há espaço para um acordo. As declarações ajudam a reduzir tensões internas na aliança, conforme relato de Rutte.

Contexto e próximos passos

A conversa em Davos sucede a encontros ocorridos na semana anterior, quando delegações de Dinamarca e Groenlândia estiveram em Washington. A coordenação entre EUA e aliados é apresentada como essencial para a segurança ártica.

Rutte descreveu a discussão como “mudança de linha” para evitar que potências externas ganhem acesso econômico ou militar à Groenlândia. O objetivo é definir um caminho colaborativo entre as nações da região e a OTAN.

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