- Matvei Rumiantsev, 22 anos, cidadão russo de leste de Londres, é acusado de estupro e duas acusações de violência sexual, entre outros crimes, e nega as acusações.
- A corte informou que Barron Trump, filho mais novo do presidente dos EUA, estava em chamada de vídeo com a mulher quando ele supostamente testemunhou o ataque e chamou a polícia.
- Em depoimento, o réu afirmou não ter ficado bravo pela chamada recebida de Barron Trump, disse estar cansado e que a mulher estava em estado histérico quando o telefonema ocorreu.
- O réu afirmou ter tentado fazer a vítima entender que o que ela fazia era errado, reconhecendo ter ficado “ciumento” de forma moderada em relação a homens que a mulher poderia estar falando.
- O julgamento incluiu a leitura de um vídeo e de uma transcrição da chamada de emergência, com Barron Trump relatando que desconhecia o horário exato e que não esperava que a mulher atendesse pela diferença de fuso horário.
A defesa informou ao tribunal que o homem acusado de estupro em Londres nega ter ficado com raiva ao receber uma chamada de Barron Trump, filho do presidente dos EUA. O episódio ocorreu em janeiro, durante uma videochamada entre a vítima e Barron.
Segundo a acusação, a vítima não pôde ser identificada publicamente. O suspeito, Matvei Rumiantsev, tem 22 anos e é cidadão russo residindo em leste de Londres. Ele enfrenta acusações de estupro e agressões, além de outras acusações não especificadas, e já negou todas as imputações.
O caso foi levado ao tribunal de Crown em Snaresbrook. A sessão desta sexta-feira concentrou-se na reação do réu à chamada recebida de Barron Trump, com o deponente descrevendo o estado da vítima no momento do contato.
Acusações e defesa
Rumiantsev afirmou não sentir raiva, mas admitiu cansaço e observou que a vítima costumava receber chamadas com frequência. O réu mencionou que quis explicar à vítima que suas ações estavam erradas, segundo transcrição apresentada pela promotoria.
O tribunal ouviu que o ataque ocorreu após o reconhecimento de várias chamadas perdidas no telefone da vítima durante o dia. A promotoria disse que Trump assistiu à agressão por meio de FaceTime.
Barron Trump, por sua vez, comunicou à polícia que não esperava a vítima atender devido à diferença de fuso horário. O depoimento também revelou que Barron viu, por um instante, a vítima durante a chamada.”
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