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Medo de segurança atrasa operações de resgate na Nova Zelândia após deslizamento

Resgate de seis desaparecidos em acampamento na Ilha Norte é prejudicado por deslizamento parcial, com chuvas fortes previstas ampliando riscos e duração das buscas

Emergency vehicles and heavy machinery at the scene of a landslide triggered by heavy rains on January 23, in Mount Maunganui, New Zealand, January 24, 2026. REUTERS/David Rowland
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  • Na ilha norte da Nova Zelândia, deslizamento em um camping movimentado deixou seis desaparecidos, incluindo um adolescente de 15 anos, em Tauranga.
  • Quinze voluntários auxiliados por maquinário pesado removiam escombros, após um deslizamento parcial na área de busca por volta das 18h de sexta-feira.
  • A área de busca foi reavaliada por questões de segurança e a chuva prevista pode exigir retirada dos bombeiros do local.
  • Não há sinais de vida desde as primeiras vozes ouvidas pelos socorristas na quinta-feira.
  • O primeiro-ministro Christopher Luxon visitou o local; nesta semana, um deslizamento vizinho em Papamoa deixou duas mortes.

O resgate de seis pessoas desaparecidas após um deslizamento de terra em um camping movimentado na Ilha Norte da Nova Zelândia foi dificultado durante a noite por um novo deslizamento parcial na área de busca. O incidente ocorreu em Mount Maunganui, na cidade de Tauranga, quando fortes chuvas derrubaram solo e escombros.

A operação mobilizou 35 bombeiros e equipes de resgate, com apoio de máquinas pesadas. O trecho afetado pelo deslizamento parcial foi isolado por segurança, e os trabalhos continuam com avaliação constante. O local foi atingido por novo deslocamento por volta das 18h de sexta-feira.

O clima continua desfavorável: previsão aponta chuva intensa que pode atrasar ou interromper os trabalhos, exigindo retorno das equipes ao abrigo por questões de segurança. As buscas já duram vários dias devido à dimensão do deslizamento e aos riscos no terreno.

Entre os desaparecidos estão dois adolescentes e pelo menos mais quatro pessoas. A polícia informou que não houve sinais de vida desde as primeiras movimentações de escombros na quinta-feira. A primeira-ministra visitou o local na sexta-feira, ressaltando o luto das famílias.

No dia anterior, outra queda de barranco ocorreu no subúrbio vizinho de Papamoa, resultando na morte de duas pessoas.

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