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Negociações Ucrânia-Rússia-EUA começam em Abu Dhabi

Negociações trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos começam em Abu Dhabi com expectativas restritas diante de reivindicações territoriais russas

A destroyed power plant after a recent Russian missile attack in Ukraine
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  • Em Abu Dhabi, começam as negociações trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, sediadas pelos Emirados Árabes Unidos, com duração prevista de dois dias.
  • A delegação russa é chefiada pelo General Igor Kostyukov, e a ucraniana por Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional.
  • O governo dos Emirados afirmou que as discussões devem trazer passos concretos para encerrar o conflito que persiste há quase quatro anos e causa grande sofrimento humanitário.
  • A primeira ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que espera que Donald Trump possa terminar o conflito na Ucrânia para que ela possa indicá-lo ao Prêmio Nobel da Paz.
  • Na Europa, a vice-pradona da Irlanda alertou que a conversa sobre tarifas não deverá acabar em breve, destacando a necessidade de planejamento econômico e maior autossuficiência da União Europeia.

O dass de Abu Dhabi abriu uma rodada rara de negociações trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, sediada pelos Emirados Árabes. O encontro começou hoje e deve durar dois dias, com foco em passos concretos para encerrar o conflito. Governo dos EUA participa, assim como Moscou e Kiev.

Segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores dos Emirados, a reunião busca contribuir para medidas tangíveis para encerrar uma crise que persiste há quase quatro anos, com alta humanitária. A expectativa é reduzir tensões e avançar em negociações.

A delegação russa é liderada pelo general Igor Kostyukov, chefe da GRU. A equipe ucraniana tem como cabeça Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa e ex-ministro da Defesa. O papel de cada país foi definido para facilitar diálogo direto.

Perspectivas e entraves

Analistas avaliam que o cenário permanece uma demanda territorial russa como principal entrave. Autoridades envolvidas sinalizam abertura para discussões, mas não há promessa de avanços rápidos. O contexto regional agrava a complexidade do diálogo.

Outros desdobramentos internacionais

Giorgia Meloni levou à tona, em Davos, a ideia de indicar Donald Trump ao Nobel da Paz caso sua atuação leve a uma paz estável na Ucrânia. O tema gerou questionamentos sobre poderes institucionais e coordenação europeia.

Greenland e tensão com EUA

Nações europeias manifestaram cautela quanto à proposta de Trump sobre a Groenlândia. Autoridades groenlandesas destacaram disposição para dialogar, mantendo a soberania local. A discussão envolve estratégias de segurança e relações com os EUA.

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