- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que uma armada norte‑americana está se dirigindo ao Oriente Médio e que Washington acompanha de perto o Irã.
- A declaração ocorre enquanto o saldo de mortos na repressão iraniana sobe para 5.002, conforme a HRANA, agência de direitos humanos com rede de ativistas no Irã.
- O porta-aviões USS Abraham Lincoln e destróieres com mísseis devem chegar à região nos próximos dias; sistemas de defesa aérea são ampliados perto de bases americanas e israelenses.
- O Reino Unido informou envio de jatos Eurofighter Typhoon a Doha, a pedido do Catar.
- O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas realiza reunião em Genebra para discutir a repressão, em meio a críticas sobre restrições de acesso à internet e prisões em massa.
Donald Trump afirmou que uma armada dos EUA se dirige ao Oriente Médio e que Washington acompanha de perto o Irã, enquanto o número de mortos na repressão aos protestos no país chega a 5.002. A declaração ocorreu a bordo do Air Force One, de volta de Davos.
Segundo o presidente, há muitos navios na direção indicada, e a esquadra pode ser utilizada caso seja necessário. Navios de guerra como o porta-aviões USS Abraham Lincoln devem chegar à região nos próximos dias, com reforços de defesa aérea.
Fontes associadas ao governo também indicam que o Reino Unido enviará jatos Typhoon ao Qatar, a pedido de Doha. Trump apenas disse que prefere evitar qualquer confronto, mas mantém a vigilância sobre o Irã.
Contexto internacional
A contagem de HRANA, agência de direitos humanos com base nos EUA, aponta 5.002 mortos na repressão iraniana desde o início das manifestações. O número inclui demonstrantes, membros ligados ao governo, crianças e civis não envolvidos.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU discute a crise em Genebra, com relatos de bloqueio de internet e restrições à imprensa. O Irã afirma que a repressão foi necessária para restaurar a ordem, enquanto críticos denunciam abusos.
Autorizados a falar, representantes de Irã e EUA já apontaram riscos de escalada. O governo iraniano teme ataques, e autoridades do país classificam possíveis ações como alvos legítimos. As tensões permanecem sob vigilância internacional.
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