- A União Europeia e a Índia anunciaram um acordo de livre comércio durante cúpula realizada após o Republic Day, em Nova Delhi.
- Na cerimônia, o primeiro-ministro indiano Narendra Modi recebeu convidados com desfile militar, incluindo bandeira da UE.
- Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu, participaram do encontro.
- O acordo de livre comércio é um dos desfechos do estreitamento de laços entre a UE e a Índia, apresentado como opção estratégica para a Europa frente aos Estados Unidos e à China.
- O texto menciona que a pressão de tarifas promovida pelo ex-presidente Donald Trump ajudou a estimular o acordo, segundo a análise do veículo.
O bloco europeu fechou um acordo estratégico com a Índia durante a reunião ocorrida após a celebração do Republic Day, em Nova Délhi. A decisão foi anunciada na cúpula realizada no dia seguinte à parada militar, com a presença de Ursula von der Leyen e António Costa. O pacto inclui um acordo de livre comércio entre as partes.
O anúncio ocorreu no contexto da participação de Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e de Costa, presidente do Conselho Europeu, ao lado de Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia. O encontro buscou fortalecer laços econômicos e ampliar a cooperação entre a União Europeia e o país asiático.
Segundo analistas, a assinatura do acordo visa oferecer uma alternativa a mercados dominados por Estados Unidos e China, indicando que “second movers” também dispõem de opções estratégicas. A discussão sobre tarifas, regras de origem e investimentos figure entre os pontos centrais.
Acordo de livre comércio entre UE e Índia
O pacto, ainda em detalhes, prevê facilitação de comércio, abertura de setores e cooperação regulatória. As partes ressaltam ganhos para serviços, manufatura e tecnologia, além de compromissos de reformas para facilitar o fluxo de bens e investimentos.
Fontes oficiais indicaram que a negociação teve sequência após o encontro e que as próximas etapas incluem ratificação pelos parlamentos dos Estados-Membros da UE e pelos organismos legislativos indianos. Indica-se ainda monitoramento de impactos setoriais.
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