- A oposição húngara liderada por Peter Magyar contratou a especialista internacional em energia Anita Orban para chefiar a política externa.
- Anita Orban não é parente do primeiro-ministro Viktor Orbán; ela tem PhD pela Fletcher School e escreveu sobre energia e imperialismo russo.
- Ela atuou como envio para segurança energética entre 2010 e 2015, durante o segundo mandato de Orbán, e hoje trabalha em cargos no setor de GNL em Londres e na Vodafone.
- Magyar também anunciou a nomeação de István Kapitány, ex-executivo da Shell, para um cargo sênior na economia.
- O objetivo da aliança é manter a Hungria firme na União Europeia e na Otan, buscando relações pragmáticas com a Rússia, em meio a uma eleição marcada para 12 de abril.
BUDAPEST, 24 de janeiro — A liderança de oposição na Hungria, o Peter Magyar, cuja força política Tisza lidera as pesquisas antes da eleição de 12 de abril, nomeou Anita Orban para comandar a política externa de sua equipe.
Anita Orban, especialista internacional em energia, não guarda relação familiar com o primeiro-ministro Viktor Orban. Ela tem PhD adquirido em 2007 na Fletcher School (Boston) e escreveu sobre energia e o novo imperialismo russo.
Entre 2010 e 2015, Orban atuou como enviada para segurança energética no governo de Viktor Orban. Desde então, trabalhou em Londres em cargos sêniores no setor de GNL e, mais recentemente, no Vodafone Group.
Contexto político
Magyar anunciou a nomeação em meio a uma campanha difícil contra o governo do Fidesz, liderado por Orban. O oposicionista disse que a escolha reforça a aproximação de sua candidatura com políticas de UE e NATO.
O opositor também indicou planos de retomar fundos bloqueados pela União Europeia, ao alegar disputas com Bruxelas sobre o Estado de direito, visando impulsionar a economia húngara caso seja eleito.
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