- Dois palestinos foram mortos por fogo israelense no bairro Tuffah, no norte da faixa de Gaza, neste domingo.
- Um drone israelense explodiu no telhado de um edifício em Gaza City, ferindo quatro civis na rua próxima.
- Autoridades de saúde de Gaza dizem que mais de 71 mil pessoas foram mortas por fogo israelense desde o início do conflito; pelo menos 480 desde o cessar-fogo de outubro.
- Os EUA intensificaram a pressão para o avanço do acordo em Gaza; enviados se reuniram com o primeiro-ministro israelense para discutir o tema.
- Em Khan Younis, mais de cem pessoas participaram do funeral de quem foi morto por drone israelense, após orações diante do corpo na morgue.
Dois palestinos foram mortos por fogo israelense na região de Tuffah, no norte da Faixa de Gaza, neste domingo. A informação foi publicada pela autoridade de saúde local. O incidente ocorreu em meio ao agravamento das hostilidades desde o início do conflito.
Um drone israelense teria explodido no telhado de um prédio de vários andares em Gaza City, ferindo quatro civis nas proximidades, segundo profissionais de saúde. Não houve comentário das Forças de Defesa de Israel sobre os episódios.
Até o momento, não houve confirmação oficial israelense sobre os dois casos. A violência se soma à contagem de vítimas civis em meio ao conflito que já completa mais de três meses de ações bélicas entre Israel e o Hamas.
Contexto e desdobramentos recentes
O conflito na região deixou milhares de mortos desde sua escalada, em outubro de 2023, quando houve ataque de milícias palestinas a Israel. Autoridades de saúde palestinas apontam mais de 71 mil óbitos, na maioria civis, desde então.
O governo dos Estados Unidos anunciou que o plano de paz entrou na segunda fase, prevendo retirada adicional de tropas por Israel e a transferência de controle administrativo de Gaza a Hamas. Envoys norte-americanos se reuniram com o primeiro-ministro israelense para discutir Gaza.
Em Khan Younis, um funeral reuniu centenas de pessoas de uma vítima de drone, ocorrida no sábado. Familiares que acompanharam o cortejo cobraram pela retomada de um cessar-fogo, em meio a mais violência no enclave.
Fonte das informações: Reuters, com atualização de equipes em Cairo e Gaza.
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